A guerra civil na Síria, que vai completar cinco anos em março, já matou mais de 250.000 pessoas não há indicações de que o conflito esteja próximo do fim

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Já o número de mortos na explosão de dois carros-bomba no bairro de maioria alauita (facção à qual pertence o ditador sírio Bashar Assad) de Al Zahra, em Homs, aumentou para 59, entre os quais há 39 civis. Os meios de comunicação oficiais sírios também elevaram o saldo de vítimas nesta série de atentados.
O grupo terrorista Estado Islâmico (EI) reivindicou em comunicados divulgados na internet a autoria destes ataques em Damasco e Homs. Os atentados coincidiram com o anúncio do secretário de Estado americano, John Kerry, de um "acordo provisório" com seu colega russo, Sergei Lavrov, para uma trégua no conflito sírio.
A guerra civil na Síria, que vai completar cinco anos em março, já matou mais de 250.000 pessoas não há indicações de que o conflito esteja próximo do fim. Os protestos contra o regime para tirar Assad do poder se transformaram em uma violenta guerra civil sectária que dividiu ainda mais o país. A oposição síria moderada perdeu espaço com o avanço de diversos grupos extremistas, sendo o Estado Islâmico o mais poderoso deles.
Fonte: JL/Veja
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