Para o juiz Silmar Fernandes, membro do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, a necessidade de se reduzir o número de partidos já é um fato
Para o juiz Silmar Fernandes, membro do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, a necessidade de se reduzir o número de partidos já é um fato. “Algumas agremiações vendem a legenda, são partidos de aluguel. Acho que tem que ficar apenas os mais fortes. O critério seria não só de tamanho, mas também de ideologia”, afirma Fernandes.
A limitação de partidos também é defendida pela juíza Marli Ferreira, do TRE-SP, que com a experiência de sua atuação na corte afirma que a atuação de algumas siglas não contribui para a democracia. “Falando como cidadã, acho que deveria ter uma limitação. Não adianta vir com aquela história de quanto mais concorrentes melhor para o sistema. Isso não é verdade. Porque você pulveriza em partidos ineficientes, sendo que poderia tudo ser juntado em cinco ou seis partidos”, pondera Marli.
Parte do processo A voz divergente sobre o tema foi a do vice-presidente do TRE-SP, Carlos Eduardo Cauduro Padin. Ele lembra que outros países têm muitos partidos e que não vê isso como uma questão a ser combatida. “Não vejo isso como um problema e creio que faz parte do processo democrático ter essa liberdade para criação de partidos”, disse Padin.
Fonte: JL/Conjur
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