
“Com esse projeto resolvemos monitorar a cidade, fazer um mapa de onde temos foco e de onde não temos foco. Com isso, as residências são inspecionadas junto com o morador e notamos que, como agora alcançamos 70% dos imóveis inspecionados com selo verde, o trabalho vem dando certo”, explica a coordenadora de vigilância em saúde, Dorisvânia Leal.
Cada casa inspecionada recebe um selo nas cores verde, amarelo e vermelho. Se a casa do morador receber o selo verde, indica que o imóvel não possui foco do mosquito, amarelo indica que pode ter algum criatório e vermelho quando alguma larva é encontrada. Uma residência que recebeu o selo verde foi a do aposentado Claro Francisco da Rocha que diariamente faz limpeza na sua casa.
A gestante Larissa Oliveira, desde que soube da possível relação do mosquito com a microcefalia, vem adotando medidas para se proteger. “Fico sempre em alerta, procuro perguntar se eu tiver dúvida, sempre uso repelente ou uso calça, tô sempre me prevenindo para não acontecer nada comigo e nem com o bebê”, declara.
Fonte: JL/G1PI
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