
Antes da chuvas a situação era tão crítica que o governo do Piauí declarou, em dezembro de 2015, a emergência do Rio Paraim, afluente do reservatório, e da própria lagoa. Com isso foi autorizada a limpeza e desassoreamento do rio, bem como um trabalho de desobstrução, retirada de material orgânico, árvores, areia e ainda correção de desvios feitos em propriedades particulares.
Apesar da lagoa voltar a acumular água, o secretário de meio ambiente, Ziza Carvalho, declarou que a cheia não descarta a necessidade do trabalho de revitalização do local. A previsão é que depois do período chuvoso a lagoa volte a ficar seca.

"O governador assinou um decreto emergencial para recuperação da Lagoa de Parnaguá no final do ano passado. Já estávamos com a empresa contratada e pronta para iniciar o serviço, quando começaram as primeiras chuvas e o volume de água aumentou no local. Vamos esperar diminuir para seguir com o trabalho de revitalização", informou.
Segundo o secretário, o trabalho de revitalização consiste na retirada de material orgânico do rio Paraim, que é um dos afluentes junto com o Rio Corrente da lagoa. "Faremos um trabalho de limpeza total do rio. O decreto vale por 180 dias, mas vamos esperar o fim das chuvas para saber será necessário prorrogar o prazo", disse Ziza.
A Semar em parceria com a Secretaria Municipal de Parnaguá também fará um trabalho de conscientização dos moradores ribeirinhos e donos de fazendas do local.
Fonte: JL/G1PI
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