Resultado da capital puxou o saldo negativo
registrado no estado em julho.
É o pior resultado para o mês nos últimos 12 anos no Piauí.
É o pior resultado para o mês nos últimos 12 anos no Piauí.
Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério
do Trabalho, divulgados nesta sexta-feira (21), mostram que Teresina perdeu
1.050 postos de trabalho do mês de julho deste ano. O resultado da capital foi
o maior responsável pelo saldo negativo de todo o Piauí, que registrou uma
retração de 0,15% ou 447 vagas eliminadas. Pela análise histórica do Caged, é o
pior resultado para o mês de julho dos últimos 12 anos.
Tal comportamento foi proveniente dos desempenhos negativos principalmente dos setores da construção civil (-714 postos), do comércio (-196 postos), serviços (-174 postos), cujos saldos ultrapassaram o desempenho positivo do emprego da agropecuária (+403 postos).
Apesar do resultado negativo de julho, nos últimos 12 meses, os dados mostram crescimento de 0,48% no nível de emprego, ou +1.428 postos de trabalho. Parnaíba, União e Oeiras foram as três cidades que tiveram o melhor saldo positivo de empregos do Piauí, criando, juntas, 332 oportunidades de trabalho com carteira assinada.
Brasil
No mês, em todo o Brasil, as demissões superaram as contratações em 157.905, segundo informações do Caged.
Tal comportamento foi proveniente dos desempenhos negativos principalmente dos setores da construção civil (-714 postos), do comércio (-196 postos), serviços (-174 postos), cujos saldos ultrapassaram o desempenho positivo do emprego da agropecuária (+403 postos).
Apesar do resultado negativo de julho, nos últimos 12 meses, os dados mostram crescimento de 0,48% no nível de emprego, ou +1.428 postos de trabalho. Parnaíba, União e Oeiras foram as três cidades que tiveram o melhor saldo positivo de empregos do Piauí, criando, juntas, 332 oportunidades de trabalho com carteira assinada.
Brasil
No mês, em todo o Brasil, as demissões superaram as contratações em 157.905, segundo informações do Caged.
Foi o quarto mês seguido de demissões na economia brasileira. O resultado de
julho também foi o pior para este mês desde o início da série histórica do
Ministério do Trabalho para este indicador, em 1992.
Fonte: G1/PI

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