O presidente
do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), avaliou como positivo o anúncio feito
pelo ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, ontem (24) de que o governo vai
cortar dez ministérios e mil cargos de confiança. "Eu acho que é uma boa
iniciativa da presidenta [Dilma Rousseff], acho que isso poderia ter sido feito
lá atrás", disse ainda, "Acho que esse é um grande exemplo para que
se possa fazer o ajuste fiscal", completou.
O presidente do Senado comentou ainda a saída do
vice-presidente da República, Michel Temer, do dia a dia da articulação
política do Executivo. Pelo menos até 1° de setembro, a tarefa ficará sob
responsabilidade do ministro da Secretaria de Aviação Civil, Eliseu
Padilha.
Renan também comentou sobre Michel Temer, "Michel Temer tem uma grande contribuição a dar ao país como presidente do partido, como vice-presidente da República ele tem o nosso apoio para cumprir o papel que lhe possa ser eventualmente cobrado".
Janot
Renan também comentou sobre Michel Temer, "Michel Temer tem uma grande contribuição a dar ao país como presidente do partido, como vice-presidente da República ele tem o nosso apoio para cumprir o papel que lhe possa ser eventualmente cobrado".
Janot
Sobre a sabatina do procurador-geral da República, Rodrigo Janot,
indicado pela presidenta Dilma Rousseff, para ser reconduzido ao comando do
Ministério Público da União, Renan disse que não acredita em surpresas quanto
ao resultado da votação, apesar de na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)
nove parlamentares serem investigados pela Operação Lava Jato, comandada por
Janot. A sabatina está marcada para esta quarta-feira (26) às 10h na CCJ.
Caso ele seja aprovado, o presidente do Senado
reafirmou o compromisso de submeter o nome de Janot à votação no plenário da
Casa amanhã mesmo. "A maior demonstração que o Senado pode dar de isenção
neste caso, é fazer uma apreciação da indicação com respeito, com normalidade.
Uma coisa muito boa no Brasil é que as instituições estão funcionando, eu acho
que isso é que tem ser apoiado", afirmou.
Fonte: JL/Agência Brasil


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