O coveiro
do cemitério de Parnaíba, que foi preso suspeito de ser violado o túmulo de uma
idosa e praticado o crime de necrofilia na madrugada de ontem (30), foi
liberado por falta de provas que justificassem a detenção em flagrante. A
polícia agora investiga um novo suspeito, embora não descarte a participação do
primeiro.
Segundo o
delegado Eduardo Aquino, o coveiro preso na tarde de ontem havia discutido com
o sobrinho da idosa no dia do enterro. “Esse foi um dos motivos para a suspeita
recair como ele, que também foi quem fez o sepultamento”, disse o delegado,
reafirmando que isso não garante a convicção de que o suspeito tenha de fato
participado.
Novas informações foram colhidas pela Polícia Civil
durante a madrugada, o que levou à identificação do novo suspeito. A polícia
não adiantou quais elementos surgiram para não prejudicar o andamento das
investigações.
Foram coletadas amostras dos vestígios encontrados
no corpo e da saliva do coveiro. Exames de DNA vão comprovar quem praticou o
crime, mas o resultado desta perícia técnica ainda demora alguns dias.
Entenda o caso
O túmulo de uma idosa de 79 anos, de iniciais
D.N.O, foi violado durante a madrugada de domingo (30) no Cemitério da
Igualdade, localizado no Centro de Parnaíba. A sepultura aberta foi vista por
visitantes que chegavam ao local nas primeiras horas da manhã. A polícia
trabalha com a hipótese de necrofilia, uma vez que o corpo da senhora foi
encontrado despido e jogado há alguns metros do local onde havia sido
enterrado.
Em conversa com o PortalODia, o chefe de
investigação da Delegacia Regional de Parnaíba, Robinson Castilho, informou que
os exames iniciais feitos no IML da cidade constataram a presença de esperma no
corpo da idosa e um ferimento profundo em seu rosto.
fonte: JL/O DIA

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