
Os suspeitos conseguiam rótulos e tarjas de bebidas mais caras e os aplicavam em produtos de outra marca. As tampinhas usadas nas garrafas eram compradas de catadores que trabalham em lixões, de acordo com informações do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), responsável pela ação.
O local em que eram produzidas as cervejas falsificadas, na Rua Tagarela, região do Parque São Pedro, foi descoberto durante outra investigação. Policiais que buscavam envolvidos em um crime contra banco acabaram desconfiando da movimentação no salão comercial e flagrando os suspeitos trabalhando na linha de produção.
Lá, os policiais também encontraram rótulos e tampinhas sujas. "Ele retiravam as tampinhas originais e colocavam as outras sem nenhum cuidado com a higiene. O único procedimento era limpar a tampinha suja na camiseta", afirmou o delegado Fábio Pinheiro Lopes, titular da 5ª Patrimônio (Delegacia de Investigações sobre Roubo a Banco). Os detidos vão responder por crime contra a saúde pública.
Fonte: JL/Veja
Nenhum comentário:
Postar um comentário