PM entregou uma lista de materiais para reforma do local.
Do G1 PI
Cansados de serem vítimas da violência, moradores do povoado Cerâmica Cil, zona rural de Teresina, decidiram custear do próprio bolso a reforma de um posto policial que foi desativado há duas semanas. Atualmente, quem for ao local em busca do aparato de segurança, vai encontrar apenas um aviso pregado na parede, indicando para se dirigir até o 23º DP, na Vila Irmã Dulce, distante 20 km.
A Polícia Militar prometeu instalar um posto ostensivo no local, mas enviou uma lista de materiais que devem ser comprados para reforma. O dinheiro para a obra virá dos próprios moradores. “O interesse da comunidade é tão grande está querendo contribuir para que a gente bote os móveis necessários e tenhamos polícia com urgência”, afirmou o líder comunitário Lourival Bispo.
Na Cerâmica Cil, no dia 27, um homem de 37 anos foi morto a pauladas e pedradas durante uma briga. Segundo o sargento Zildo Lopes, do 6º Batalhão da Polícia Militar, a vítima identificada como Kleber Rodrigues foi assassinado pelo próprio filho de 16 anos após uma confusão na residência onde residiam.
O secretário de segurança do Piauí, Fábio Abreu, afirmou que 400 policiais militares aprovados no último concurso foram chamados. Além disso, foi pedido para o Ministério da Justiça a permanência dos homens da Força Nacional por mais três meses.
A Polícia Militar informou que vai ocupar o prédio abandonado na Cerâmica Cil na próxima semana, mas não comentou sobre a lista que enviou para a comunidade pedindo equipamentos para o local.
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