A mais de um chefe do PT, no aniversário de 35 anos do partido, ex-presidente Lula avisou: é candidato a presidente em 2018; estratégia está pronta; "Ele ficará uma temporada nos diferentes Estados", adiantou o governador Wellington Dias (PI);

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O governador do Acre, Jorge Vianna, foi outro a quem o ex-presidente procurou para conseguir o apoio inicial à nascente campanha presidencial. "O país está atolado numa crise, e esse ambiente é propício para o surgimento de salvadores da pátria, corruptores e corruptíveis", disse Vianna, dando um dos motes para a volta de Lula aos palanques. "Esse modelo de governo esgotou o prazo de validade".
Lula avisou que pretende empolgar a militância do PT em seu novo périplo pelo país, ainda sem data para começar. O certo é que ele não quer que se abra um vácuo para a sucessão da presidente Dilma Rousseff. Lançando seu próprio nome, Lula acredita estar contribuindo para a estabilidade institucional, uma vez que o fato criado pelo lançamento de seu nome pode inibir apetites que já se abrem pelo impeachment de Dilma.
Para dentro do PT, o movimento de Lula funciona, na prática, como uma barragem para outras candidaturas. No mínimo, a partir de agora, quem pensar em organizar a própria campanha saberá que estará trombando com o maior líder da legenda.
O estímulo de Lula a seus correligionários surgiu no mesmo momento em que pesquisa Datafolha apurou que 56% do público considera Lula como "o melhor presidente da história". Ele conta com o recall positivo para sair na frente dos adversários que se apresentarem.
Fonte: JL/247
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