
O anúncio ocorre depois de o país ser criticado por implantar uma lei, em 2013, proibindo a "propaganda gay" para menores de 18 anos. Os ataques a homossexuais são manifestações frequentes de intolerância na Rússia de Vladimir Putin. O governo aceita e reforça a discriminação. A Associação Russa de Advogados pelos Direitos Humanos classificou a regulamentação ligada aos motoristas de “discriminatória”. À agência britânica BBC, disse que vai pedir esclarecimentos na Corte Constitucional e buscar apoio de organizações internacionais de direitos humanos.
Mikhail Strakhov, um especialista em psiquiatria da Rússia, disse à emissora que a definição de “distúrbios de personalidade” é muito vaga na nova lei. Além disso, alguns distúrbios não afetam a capacidade de uma pessoa para dirigir com segurança.
O sindicato de motoristas profissionais do país apoiou a nova regra. “Temos muitas mortes nas estradas e eu acredito que reforçar as exigências médicas para os candidatos é totalmente justificado”, disse o chefe da associação, Alexander Kotov. Ele acrescentou, no entanto, que as exigências não devem ser tão severas para motoristas que não dirijam profissionalmente.
Fonte: JL/Veja
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