segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Wellington Dias denuncia desvio de R$ 6 milhões da Saúde do Piauí com desratização, descupinização e capina

Ainda sobre as contas atuais do governo, Wellington Dias falou sobre os gastos com a Saúde, que são mínimas. Segundo ele, o dinheiro vem sendo usado para despesas com desratização, descupinização, e não para coisas essenciais

 Faltando um mês para assumir o governo do Estado, o senador Wellington Dias (PT) falou na manhã desta segunda-feira (01) sobre as medidas que deverá tomar assim que assumir o cargo. Segundo ele, será necessário ser feito decretos emergenciais, principalmente na área da Educação e Saúde.

“A situação da Segurança Pública ainda é gravíssima, aumentou o número de homicídios. Em um caso desses, nós deveremos decretar situação de emergência e calamidade. A mesma coisa na área da saúde”, disse em entrevista ao programa Bom Dia Piauí.
Sobre a Educação, Wellington Dias afirmou que será feito um novo calendário das escolas públicas, para que o ano letivo perdido seja recuperado. Sobre o reajuste salarial dos servidores, o senador falou qual será a primeira medida a ser tomada quando assumir o governo.
“Temos que fazer com que as despesas possam ser reduzidas em 52%. As contas do Estado têm que retornar ao patamar que exige a Lei de Responsabilidade Fiscal. Vamos fazer uma estrutura de Estado adequado ao que o Estado pode”, afirmou.
O governador eleito comentou sobre a situação econômica atual e disse que deverá ser feito um cronograma, para que o Estado possa fazer convênios com a União. “Nós estamos hoje com bastante dinheiro em conta. Cerca de R$ 1 bilhão sem poder utilizar. Com o Estado entrando com ação judicial pode liberar”, comentou.
Ainda sobre as contas atuais do governo, Wellington Dias falou sobre os gastos com a Saúde, que são mínimas. Segundo ele, o dinheiro vem sendo usado para despesas com desratização, descupinização, e não para coisas essenciais.
“O Estado usando cerca de R$ 6 milhões para despesas do tipo, desratização, descupinização, para capina, ou seja, é muito dinheiro. Como é que tem dinheiro para essas coisas, e não tem, por exemplo, para o hospital de Campo Maior, para compra de soro, coisas que são essenciais. Então, quando eu falo em fazer emergência não é alarde qualquer, é porque como governador vou ter que agir com emergência”, disse.

Fonte: JL/PortalAZ

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