Ainda sobre as contas atuais do governo, Wellington Dias falou sobre os gastos com a Saúde, que são mínimas. Segundo ele, o dinheiro vem sendo usado para despesas com desratização, descupinização, e não para coisas essenciais
Faltando
um mês para assumir o governo do Estado, o senador Wellington Dias (PT)
falou na manhã desta segunda-feira (01) sobre as medidas que deverá
tomar assim que assumir o cargo. Segundo ele, será necessário ser feito
decretos emergenciais, principalmente na área da Educação e Saúde.
“A situação
da Segurança Pública ainda é gravíssima, aumentou o número de
homicídios. Em um caso desses, nós deveremos decretar situação de
emergência e calamidade. A mesma coisa na área da saúde”, disse em
entrevista ao programa Bom Dia Piauí.
Sobre a
Educação, Wellington Dias afirmou que será feito um novo calendário das
escolas públicas, para que o ano letivo perdido seja recuperado. Sobre o
reajuste salarial dos servidores, o senador falou qual será a primeira
medida a ser tomada quando assumir o governo.
“Temos que
fazer com que as despesas possam ser reduzidas em 52%. As contas do
Estado têm que retornar ao patamar que exige a Lei de Responsabilidade
Fiscal. Vamos fazer uma estrutura de Estado adequado ao que o Estado
pode”, afirmou.
O
governador eleito comentou sobre a situação econômica atual e disse que
deverá ser feito um cronograma, para que o Estado possa fazer convênios
com a União. “Nós estamos hoje com bastante dinheiro em conta. Cerca de
R$ 1 bilhão sem poder utilizar. Com o Estado entrando com ação judicial pode liberar”, comentou.
Ainda sobre
as contas atuais do governo, Wellington Dias falou sobre os gastos com a
Saúde, que são mínimas. Segundo ele, o dinheiro vem sendo usado para
despesas com desratização, descupinização, e não para coisas essenciais.
“O Estado
usando cerca de R$ 6 milhões para despesas do tipo, desratização,
descupinização, para capina, ou seja, é muito dinheiro. Como é que tem
dinheiro para essas coisas, e não tem, por exemplo, para o hospital de
Campo Maior, para compra de soro, coisas que são essenciais. Então,
quando eu falo em fazer emergência não é alarde qualquer, é porque como
governador vou ter que agir com emergência”, disse.
Fonte: JL/PortalAZ
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