Presidente do Sinpolpi afirmou que falta estrutura na capital e no interior. Segundo ele, governo abandonou imóveis da Secretaria de Segurança

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“Hoje todo o teto da Central de Flagrantes, que é de amianto, está quebrado em razão de uma tentativa de fuga. Se der uma chuva forte a Central ficará inundada”, disse Constantino. Ele informou ainda que o local é insalubre e que atualmente se encontra lotado de presos custodiados. “A Central virou um verdadeiro cadeião”, completou.
Constantino falou que a situação também é precária nos municípios do interior do estado. “Na cidade de Picos os imóveis que são de propriedade da Secretaria de Segurança estão abandonados há mais de 12 anos, enquanto isso a administração pública paga um aluguel caríssimo para toda a estrutura da Polícia Civil funcionar numa residência”, falou o presidente acrescentando que a casa está condenada pela vigilância sanitária.
De acordo com Constantino, em Parnaíba a situação da Central de Flagrantes também é caótica. “Além das delegacias que não atendem as necessidades da população, nós temos a Central de Flagrantes onde a última reforma foi na década de 1990”, disse. Diante da situação, o presidente do sindicato diz que é difícil a polícia desenvolver um trabalho adequado.
“Quando o policial civil passa a fazer a custódia de presos que não é sua atribuição, ele deixa de fazer a sua função que é a investigação”, explicou. Além da situação das delegacias, Constantino também citou a falta de combustível para viaturas e o baixo número de policiais plantonistas nos distritos.
Fonte: JL/G1PI
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