Alheio ao esperneio da cúpula do PSDB, que virou motivo de piada nas redes sociais ao pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que diplomasse Aécio Neves ao invés de Dilma Rousseff, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, deve prestigiar a posse da presidente, no dia 1°
governador
de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), deu mais uma demonstração de que
não está interessado em participar do "terceiro turno", defendido pelo
seu partido sobre o resultado das eleições presidenciais.
Alheio ao
esperneio da cúpula do PSDB, que virou motivo de piada nas redes sociais
ao pedir ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que diplomasse Aécio
Neves ao invés de Dilma Rousseff, o governador Geraldo Alckmin deve
prestigiar a posse da presidente, no dia 1°. Alckmin é empossado para
mais quatro anos à frente do governo de São Paulo e embarca para
Brasília.
Geraldo
Alckmin é o principal líder do PSDB a defender uma oposição menos
"raivosa" ao governo federal. Ele foi o primeiro tucano de peso a
reconhecer o resultado das eleições de outubro e procurar estabelecer
uma relação institucional com a presidente. No dia 4 de dezembro,
Alckmin e Dilma assinaram contrato no valor de R$ 2,6 bilhões para
construção de um novo sistema de abastecimento de água para a região
metropolitana da capital paulista.
Geraldo
Alckmin é cotado como o principal no nome do partido para disputar a
presidência da República em 2018. O reconhecimento foi feito pelo
próprio senador Aécio Neves, nesta segunda-feira, 22. "O governador de
São Paulo é um nome colocado e tem todas as condições", disse Aécio.
Fonte: JL/247
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