
A emissora vai recorrer novamente. SBT e Ratinho já perderam a ação movida pelo pastor em primeira e segunda instâncias. Em 2011, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo considerou "jocosos" os termos usados por Ratinho. Para o desembargador Fábio Quadros, ofensivo não foi o uso da palavra "gay", mas "o escárnio", a "chacota" e o "tratamento chulo e depreciativo sobre a fé professada pelo autor", extrapolando o direito à liberdade de expressão.
Na ocasião, a emissora pediu a redução do valor da indenização por danos morais, mas o recurso foi negado. Para o ministro, o valor de R$ 150 mil é refrente à ofensa feita em rede nacional, por um "famoso apresentador". A decisão foi publicada nesta quarta (5).
Fonte: JL/Diário do Nordeste
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