Na última quinta-feira (6), Humberto levou a bancada do PT no Senado para encontros com o ex-presidente Lula (PT) e com Dilma Rousseff
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o
momento em que a presidente Dilma Rousseff (PT) vive uma crise em sua
relação com o Congresso Nacional devido ao fortalecimento da oposição na
última eleição e à rebeldia do PMDB, o PT projeta uma base aliada menor
e mais fiel como objetivo a ser perseguido no segundo mandato da
presidente. Para o senador Humberto Costa, líder do PT no Senado, isso
inclui cobrar mais fidelidade dos partidos contemplados com cargos na
reforma ministerial que está sendo conduzida por Dilma.
“A
nossa posição é de não mais buscar uma maioria bem mais expressiva”,
afirma Humberto Costa. “Nós queremos ter aquele número mínimo de
parlamentares que são permanentemente fieis e, em determinadas questões,
discutir com outros setores, até mesmo com a oposição”, diz.
“Estamos
num processo muito inicial ainda. Não se formou o novo governo. Na
formação do governo, quando nós formos convidar os partidos para
participarem desse ato de governança, nós vamos cobrar de maneira muito
mais incisiva a fidelidade de seus parlamentares. E, como tal, creio que
teremos condição de passar esses quatro anos sem muitos tropeços”,
garante o petista.
Na
última quinta-feira (6), Humberto levou a bancada do PT no Senado para
encontros com o ex-presidente Lula (PT) e com Dilma Rousseff. A ideia
era justamente traçar uma estratégia de atuação no Parlamento no momento
em que o Planalto tem tido dificuldade de articulação.
“A
oposição sempre tem que existir. É importante para o processo
democrático. Mas ela também precisa ter o bom senso e considerar que a
eleição terminou, que já tem um vencedor, que foi a presidenta Dilma.
Agora, é hora do diálogo”, defende o senador do PT.
Humberto
também diz não acreditar que haja uma crise entre os partidos da base
aliada do PT após a reeleição de Dilma. Para o senador, as animosidades
são resultado de temas que geram embates naturais entre as siglas, como
as eleições das Mesas Diretoras da Câmara
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