
A morte do advogado criminalista Márcio Thomaz Bastos levou a presidente Dilma Rousseff a suspender a ideia de definir e anunciar o nome do novo ministro da Fazenda nesta quinta-feira (20). Inicialmente, Dilma avaliou que o fato de ser feriado em São Paulo nesta quinta – com o mercado fechado –, seria o momento ideal para divulgar sua escolha.
A presidente tem como nome preferencial para o comando da economia o atual diretor-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco. No entanto, se ele recusar o convite, a indicação pode recair sobre Nelson Barbosa, que foi secretário-executivo de Guido Mantega na Fazenda por algum tempo.
Dilma foi aconselhada a acelerar o processo de escolha do novo ministro da Fazenda e o conjunto da equipe econômica para dar um sinal sobre a política econômica que pretende executar em seu segundo mandato. Além disso, o anúncio do novo ministro da Fazenda pode retirar o foco da Operação Lava-Jato, que, desde a última sexta-feira (14), traz revelações sobre desvio de verbas na Petrobras.
"O país não pode ficar com um agenda única, como a Lava-Jato', disse um auxiliar da presidente Dilma Rousseff.
Nesta tarde, Dilma viajará a São Paulo para o velório de Márcio Thomaz Bastos e pode, no fim do dia, retomar as conversas sobre a escolha do ministro da Fazenda, ainda que o anúncio fique para esta sexta-feira.
Ela ainda não teve uma conversa pessoal com Luiz Carlos Trabuco. Os dois se falaram apenas por telefone no dia seguinte à reeleição, quando ele telefonou para cumprimentá-la pelo vitória. Na ocasião, a petista disse que eles "precisavam conversar, na hora oportuna".
A chefe do Executivo, entretanto, conversou pessoalmente na última terça (18) com o presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro Brandão.
O nome de Trabuco está na lista de sugestões feitas pelo ex-presidente Lula, ao lado de Henrique Meirelles e Nelson Barbosa. De antemão, Dilma descartou Meirelles e ficou com as duas outras opções: Trabuco e Barbosa.
Neste contexto, está prevista a permanência de Alexandre Tombini no comando do Banco Central, tendo como missão principal atuar para trazer a inflação para o centro da meta que é de 4,5%.
Fonte: JL/Cristiana Lôbo
A presidente tem como nome preferencial para o comando da economia o atual diretor-executivo do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco. No entanto, se ele recusar o convite, a indicação pode recair sobre Nelson Barbosa, que foi secretário-executivo de Guido Mantega na Fazenda por algum tempo.
Dilma foi aconselhada a acelerar o processo de escolha do novo ministro da Fazenda e o conjunto da equipe econômica para dar um sinal sobre a política econômica que pretende executar em seu segundo mandato. Além disso, o anúncio do novo ministro da Fazenda pode retirar o foco da Operação Lava-Jato, que, desde a última sexta-feira (14), traz revelações sobre desvio de verbas na Petrobras.
"O país não pode ficar com um agenda única, como a Lava-Jato', disse um auxiliar da presidente Dilma Rousseff.
Nesta tarde, Dilma viajará a São Paulo para o velório de Márcio Thomaz Bastos e pode, no fim do dia, retomar as conversas sobre a escolha do ministro da Fazenda, ainda que o anúncio fique para esta sexta-feira.
Ela ainda não teve uma conversa pessoal com Luiz Carlos Trabuco. Os dois se falaram apenas por telefone no dia seguinte à reeleição, quando ele telefonou para cumprimentá-la pelo vitória. Na ocasião, a petista disse que eles "precisavam conversar, na hora oportuna".
A chefe do Executivo, entretanto, conversou pessoalmente na última terça (18) com o presidente do conselho de administração do Bradesco, Lázaro Brandão.
O nome de Trabuco está na lista de sugestões feitas pelo ex-presidente Lula, ao lado de Henrique Meirelles e Nelson Barbosa. De antemão, Dilma descartou Meirelles e ficou com as duas outras opções: Trabuco e Barbosa.
Neste contexto, está prevista a permanência de Alexandre Tombini no comando do Banco Central, tendo como missão principal atuar para trazer a inflação para o centro da meta que é de 4,5%.
Fonte: JL/Cristiana Lôbo
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