segunda-feira, 24 de novembro de 2014

CAOS ADMINISTRATIVO: Educação, Saúde e Segurança paralisam atividades no Piauí

A Presidente do Sindicato dos Servidores da saúde pública do Estado do Piauí, Edna Maria Alves Martins, afirma que a categoria soma 7 mil pessoas e parte desse contingente está parado porque o Governo do Estado não está cumprindo sua meta de aumento salarial para novembro

 
O presidente do Sindicato dos Delegados Civis do Piauí (Sindepol), delegada Andreia Magalhães, informou que a partir a Central de Flagrantes de Teresina vai paralisar por completo a partir das 19h desta segunda-feira (24). “A situação hoje é caotica na segurança pública, não temos como prestar um serviço de qualidade desta forma. Nos falta o básico como combústivel para as viaturas e o governo não faz uma contraproposta. Iremos paralisar a Central de Flagrantes, onde iremos mostrar o caos que é público e notório”, declarou.

Policiais civis param e fazem manifestação na frente do Palácio de Karnak

Os agentes da Polícia Civil paralisaram suas atividades nas primeiras horas desta segunda-feira (24) e fizeram manifestação em frente ao Palácio de Karnak, no centro de Teresina, revindicando reajuste no plano de cargo e salários da categoria.

O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Piauí (Sinpolpi), Constantino Júnior, afirmou que os policiais exigem o cumprimento da Lei com reajuste de 13% sobre o salário atual.

“Não vamos aceitar esse piso, nós queremos o que está garantido na lei. Nós vamos paralisar por três dias. A categoria decidiu paralisação e o principal objetivo é o não reajuste do plano de cargo e salários para os delegados. O aumento seria de R$ 600 para os agentes com reajuste de 13%. A parada começou desde a meia noite. Estamos parados até quarta-feira e só atuaremos nos crimes de grande impacto”, disse.

A presidente do Sindicato dos Delegados Civis do Piauí (Sindepol), delegada Andreia Magalhães, disse que se o governo não resolver o problema dentro do prazo, ela vai pedir intervenção federal.
“Faltou honra no que foi ajustado, estamos aqui pra cobrar o que está garantido por lei, não é favor é direito. Vamos recorrer a Justiça e ao Ministério Público, vamos cobrar o dinheiro que já estava garantido para nós trabalhadores. Gostaríamos de saber do excelentíssimo governador onde está o dinheiro que já estava acordado para nós servidores? Estamos aqui em favor a serviço público. Se o governo não conseguir resolver o problema vamos pedir intervenção federal”, declarou a delegada.
Servidores da saúde também entram em greve

A Presidente do Sindicato dos Servidores da saúde pública do Estado do Piauí, Edna Maria Alves Martins, afirma que a categoria soma 7 mil pessoas e parte desse contingente está parado porque o Governo do Estado não está cumprindo sua meta de aumento salarial para novembro.

“O motivo principal é o não cumprimento das parcelas do plano de carreira que é a última do mês passado era dia 30, mas nós aceitamos dividir em seis vezes e aí quando chega na sexta o Governador diz que não tem condição de pagar. Outro motivo é em relação ao 13° e ao mês de dezembro que ele não quer pagar e nós não vamos aceitar, estamos parados em Picos, Corrente São Raimundo Nonato, São João onde tem pessoal da saúde nós estamos fazendo o ato. A saúde é prioridade nós não abandonamos o paciente mas reduzimos o número de servidores que trabalhamos. No hospital infantil não tem nem sabão para lavar roupa, está tudo quebrado”, relatou ela.

Professores vão parar por 24 horas
O presidente da Associação dos Docentes da Universidade Estadual do Piauí, professor Daniel Solon falou em entrevista que cerca de mil professores vão parar por 24 horas.

“Nós estamos cobrando o cumprimento da lei do nosso reajuste salarial que está aprovado desde 2013. Os servidores da Uespi estão com reajuste previsto há tempos. Fora essa questão do reajuste que é nosso direito estamos reivindicando mais verbas para a nossa universidade. Tem estudante com 3 meses de atrasos na bolsa, tem professor que está fazendo mestrado e doutorado com bolsas atrasadas. É uma situação de muita dificuldade financeira. Também queremos um posicionamento do governador eleito Wellington Dias”, declarou.



Fonte: JL/MN

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