Deputado Merlong Solano: equipe do governo eleito teme eventuais desmandos administrativos do Governo Zé Filho
A
equipe de transição do governador eleito Wellington Dias (PT) pediu
apoio do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado para
impedir eventuais desmandos administrativo-financeiros nos últimos dois
meses do Governo Zé Filho (PMDB). O temor é que tais medidas possam
colocar o Estado em situação difícil para o futuro governo,
compromentendo o início da administração petista.
A equipe de
transição do governo eleito pediu uma auditoria nas contas do Estado
para apurar supostos desvios. A comissão não descarta levar alguns casos
à Justiça para responsabilizar a atual gestão, isentando a próxima,
para evitar o bloqueio nos repasses de recursos para o Estado. Hoje,
encerra o prazo para a equipe de transição do governador Zé Filho (PMDB)
entregar relatórios com as informações das pastas para a equipe
petista.
O governador eleito Wellington Dias disse ontem à TV
Antena 10 que está "preocupadíssimo com a sanidade financeira e
administrativa do Estado". Um dos membros da equipe de transição,
deputado estadual Merlong Solano, informou que o MP e o TCE
disponibilizaram pessoal para acompanhar a transição e estão ajudando a
fiscalizar o Estado. "Existe um monitoramento na avaliação dos
documentos e informações disponíveis", acrescentou. O cuidado, adiantou
ele, é para que as medidas que estão sendo tomadas agora não
inviabilizem a próxima administração.
A equipe de transição
ainda não tem informações e dados concretos que possa fazer projeções.
Foram solicitadas informações sobre o número e os valores em atraso para
o pagamento de servidores terceirizados e dos fornecedores da
administração estadual, e também dos valores que o Estado tem
expectativa de receber e o que tem para pagar. Pediu também a relação de
obras que foram paralisadas por falta de recursos ou por outras razões,
e como estão essas obras hoje.
Esse relatório deve ser
entregue hoje pela equipe do Governo Zé Filho. "Essas dividas preocupam,
porque já temos a paralisação das obras, pode haver a de serviços. Já
soubemos que as aulas em algumas escolas pararam porque não tem alimento
para a merenda escolar. Boa parte dos terceirizados está sem receber
salário e tem um problema com a previdência do Estado", comentou o
deputado petista.
Ele revelou que foi pedida auditoria em
vários órgãos do Estado, principalmente, na Previdência, que deve ter o
acompanhamento de técnicos do TCE e o MP. Merlong destacou que o
promotor de Justiça Fernando Santos está acompanhando os trabalhos e o
MPE tem autonomia para fazer as eventuais denúncias.
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Wellington aciona TCE para tutelar fim do atual governo
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