Aos 52 anos, um dos principais integrantes da nova geração de políticos do Nordeste que participou por dentro do crescimento da região, como governador, como senador e líder da bancada do partido na Casa, Wellington comemora o salto no PIB do Estado — que era de R$ 7 bilhões e passou para mais R$ 30 bilhões
Reeleito
para cumprir um terceiro mandato no Piauí, Wellington Dias fala sobre
explosão de ódio na reta final da campanha presidencial
Bancário e
radialista, o senador Wellington Dias (PT-PI) saiu das urnas de 5 de
outubro como um tri campeão de votos em seu Estado. Eleito governador de
seu Estado pela primeira vez, em 2002, Wellington repetiu a vitória em
2006 e tornou a se eleger para um terceiro mandato em 2014 — sempre na
primeira rodada — com um total de 63% dos votos, enquanto Dilma fez 71%.
Aos 52 anos,
um dos principais integrantes da nova geração de políticos do Nordeste
que participou por dentro do crescimento da região, como governador,
como senador e líder da bancada do partido na Casa, Wellington comemora o
salto no PIB do Estado — que era de R$ 7 bilhões e passou para mais R$
30 bilhões — , a elevação na expectativa de vida ao nascer — hoje é de
70 anos contra 50 quando ele próprio veio ao mundo — e o crescimento da
renda per capta, que multiplicou-se mais de quatro vezes e hoje é de R$ 9
000. O próprio Wellington admite, no entanto, que mesmo crescendo muito
o Piauí continua entre os três Estados mais pobres do país, ao lado de
Alagoas e Maranhão. Mesmo sendo o campeão nacional de empreendedorismo,
conforme certificado do Sebrae, o Piauí tem regiões de imensa pobreza. A
Segurança Pública, “que estava bem, teve uma piora e precisa ser
melhorada,” diz ele. Engajado 24 horas por dia na campanha pela
reeleição de Dilma, Wellington Dias deu a seguinte entrevista ao 247:
PERGUNTA — Por que tantas cenas de ódio na reta final da campanha presidencial?
Não é
novidade que líderes do PSDB e alguns outros partidos, especialmente de
São Paulo, Paraná e Distrito Federal, propagam uma política de ódio
contra o Partido dos Trabalhadores. Antes nos combatiam espalhando o
medo: diziam até que o PT iria fechar igrejas. Mas não deu certo, até
porque nunca foram abertas tantas igrejas, no país, como durante os
governos do PT. A política do ódio começou em 2006, mas o povo reagiu,
dizendo “Mexeu com Lula, mexeu comigo. Depois tentaram tirar proveito do
movimento de rua de junho de 2013 e nesta eleição de 2014 destilam ódio
país a fora. Eu vi repórter da Globo fazendo matéria com ” Medo do
Povo. “Agora tentam transformar uma campanha para a escolha de quem vai
presidir o Brasil a partir de 2015 num julgamento, na linguagem deles
“quem apóia os petralhas” e quem rejeita. Nada de avaliar quem é Dilma
Rousseff e Aécio Neves, qual a história dela e a dele. Querem impedir o
povo de refletir sobre o que cada um já fez ou que projeto a candidata
Dilma representa ou Aécio.
PERGUNTA — 0 governo também tem sido acusado de atacar a oposição….
A verdade é a
seguinte: o PSDB ataca mas não quer ser atacado. Numa linguagem
nordestina, são mofinos. Não aceitam reação. Querem esquecer que há uma
frente de partidos que se uniram em torno de um projeto de
desenvolvimento do Brasil e que vem dando resultados: em 2002 nosso PIB
era de U$ 500 bilhões e agora está perto de U$ 3 bilhões. Não querem
comparar o projeto de um lado e de outro porque isso seria desvantajoso
para eles. Querem que os eleitores esqueçam o que está em jogo numa
eleição e com isto garantir campo para o ódio, para um “Movimento
Nacional Anti PT”.
PERGUNTA — Muitas pessoas tem a impressão de que o PT bate mais do que o PSDB…
O Aécio mesmo
disse: “Eu não vou bater”. Ele bate muito, as vezes mais do que o PT
mas nem sempre precisa fazer isso. Há setores da imprensa que batem de
manhã, à tarde e à noite, todos os dias da semana. Com raras e honrosas
exceções, cada jornal, telejornal ou revista que sai de São Paulo, é
pancadaria, calunia, difamação, pesquisa fraudulenta, ódio. O clima é de
apartheid entre ricos e pobres, o Brasil deles e o resto… e ainda
botando a culpa no PT. Não custa lembrar que a parcialidade levou a
presidenta Dilma a não ir a um programa com a Globo. Eu vivi algo
parecido no Piauí. A “escola do ódio” espalhou-se pelo Brasil a fora. O
que ninguém não esperava era que a presidenta fosse reagir. Mulher, mãe,
avó… Reagiu. Aécio atirou mas levou. Os “mofinos” depois foram para o
TSE dizer que queriam acabar com a “baixaria”. É isto mesmo? Ouvi
direito?
PERGUNTA –O senhor costuma dizer que está “caindo a ficha” de muitos eleitores e que isso favorece Dilma na votação. Como é isso?
A pergunta
que precisamos fazer é muito simples: por que a maioria dos brasileiros
que deu vitória a dois homens — o presidente Fernando Henrique Cardoso,
que mudou a Constituição para ter reeleição, e depois para Luiz Inácio
Lula da Silva — iria negar um segundo mandato à primeira mulher
presidenta? Dilma é honesta, corajosa, comprometida com o
desenvolvimento de todo o Brasil. Eu acho mesmo que ela sabe cuidar dos
mais pobres, como uma mulher sabe cuidar. Ao mesmo tempo, mantém a
postura de quem governa um dos maiores países do mundo. É isto que vai
contar dia 26 de outubro.
PERGUNTA — Como você vê essa postura na campanha?
É a primeira
vez que quem preside o Brasil assume uma posição necessária, de encarar
problemas importantes e evitar respostas cômodas. Em vez de dizer que ” a
violência é grande, mas segurança é problema dos Estados” a Dilma fala:
“é problema meu também como presidenta”. Faz a mesma coisa na saúde,
quando diz que vai implantar especialidades que hoje só encontramos nas
Capitais e grandes cidades. Isso não é fazer promessa, o que todo mundo
pode fazer. É ter postura de presidente.
PERGUNTA — Como isso chega num estado pobre, como o Piauí…
Faz uma
diferença enorme. O Piauí tem ótimas redes de Saúde na Capital Teresina
mas ela está falando de regiões como Parnaíba, Piripiri, Esperantina,
Campo Maior, Picos, Floriano, São Raimundo Nonato, Bom Jesus, Uruçuí,
Corrente. A proposta completa os avanços que tivemos com o ” Mais
médicos”. Isso também vale para o projeto de abrir mais 12 milhões de
vagas do PRONATEC. É isto que o Brasileiro e a Brasileira que vão votar
querem saber.
PERGUNTA — Como ficam os eleitores de Marina no Nordeste?
O voto dado a
Marina e a outros candidatos vai para a Dilma. Não tenho dúvida. Sabe
por que? Porque o eleitor conhece o desprezo que os nossos adversários
têm pelos nordestinos. Sabe que, nos governos anteriores, toda vez que
se resolvia cortar um investimento, o primeiro sacrificado era o
Nordeste. Outro elemento a favor da Dilma é a forma de votar. Sabemos
que no primeiro turno muitos votos que foram “nulos” ou “brancos” no
primeiro turno, na verdade foram votos errados. O voto para Presidente
era a quinta decisão na urna e para muitas pessoas isso complicava o
trabalho de votar. Agora é um número só. Pode esperar: no Nordeste,
Norte, e cidades pequenas e periferia das grandes em todo o Brasil,
vamos ter menos votos nulos e brancos e mais votos para Dilma. Nossa
preocupação é com abstenção.
PERGUNTA — Por que esse apego do eleitor do Nordeste por Lula e Dilma?
Conheço um
caso exemplar, que parece lenda mas é real. Há poucos dias, uma equipe
da BBC de Londres, no Brasil, esteve no Piauí. O jornalista Efren
Ribeiro, do Sistema Meio Norte, acompanhou os repórteres que vinham de
fora. Ele assistiu a entrevista de um casal de trabalhadores rurais da
comunidade de Contente, no Sul do Estado, no interior de Paulistana, no
Semi-Árido. Eram dona Erismar Celestino Santos e seu esposo Francisco
dos Santos Nascimento. Após muitas perguntas eles explicaram porque
votaram no Lula e agora votam em Dilma. Contaram que antes passavam
fome, que chegaram a conhecer pessoas que morreram de desnutrição.
Falaram que antes não tinham casa e que hoje têm e que só agora, na
comunidade, a população dispõe de água, energia, uma bela escola por
perto. Antes iam para cidade num jegue e agora vão de moto ou automóvel,
em estrada com asfalto. O repórter perguntou: “e se Dilma perder a
eleição? E se o eleito para presidente for o candidato Aécio Neves? E
João Fellet, jornalista da BBC Brasil, ouviu a resposta de dona Erismar
Santos: “Oh moço, só de pensar já me deu uma dor no estômago”. “Já me
deu uma dor no estômago” palavras de um ser humano que viveu o que eles e
elas viveram, é muito profundo.
PERGUNTA — Dilma teve uma votação decepcionante em São Paulo…
Sim. Mas eu
acredito que cresce em São Paulo, com a melhora da avaliação dela e,
principalmente do prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Hadad.
Melhora em Minas onde ganhou do candidato Aécio Neves. Cresce no Rio de
Janeiro onde tem o apoio dos dois candidatos no segundo Turno, Crivela e
Pezão, e deve crescer alguma coisa no Espirito Santo onde tanto Dilma
como Lula tem muitas obras e programas. Mas cresce no Sul, no Rio Grande
do Sul onde Tarso Genro disputa bem o segundo turno e pode até quebrar a
tradição gaúcha e ser reeleito pela força do trabalho integrado com a
Presidenta Dilma, que o povo percebe, ela tem raízes no Rio Grande do
Sul onde viveu boa parte de sua vida no Brasil. Outra novidade vai ser
no Paraná, com a participação forte do ex governador Requião e Osmar
Dias. Cresce muito no Nordeste e percebo que o voto de Marina Silva no
norte, era um voto para alguém da Amazônia, menos para o PSB e agora a
segunda opção é Dilma, do lado do ex presidente Lula. Por isto a visita
dele prioritária para o norte, onde é muito querido e ajudando a quem
está no segundo turno do nosso campo.
PERGUNTA — O apoio das oligarquias tem seu peso contra os adversários?
Para o povo, oligarquia é “coisa ruim”, lembra o passado. Pela realidade anterior do Piauí , se nada tivesse acontecido nós teríamos 730 mil famílias dependentes do Bolsa Família. Temos 440 mil. Quase 300 mil deixaram a miséria e a pobreza também. Só no governo da Dilma fora, criados mais de 200 mil empregos novos com carteira assinada. Qual a cidade brasileira que mais ganha medalhas nas olimpíadas de matemática? Cocal dos Alves no Piauí. Qual a cidade brasileira que proporcionalmente tem mais doutores? Bom Jesus no Piauí. Entramos neste século com cerca de 400 mil pessoas com ensino médio e agora ultrapassamos de 1.200.000. O povo do Piauí e de cada estado brasileiro quer apenas oportunidade. E ser tratado com respeito, como cidadão brasileiro. Nada mais.
PERGUNTA — Os altos e baixos da Bolsa tem sido associados as altas e quedas da oposição nas pesquisas. Por que?
A verdade é
que a crise mundial ainda é um fantasma rondando o Brasil e a união de
especuladores, associados a lideres da oposição e meios de comunicação
de grande peso na formação de opinião no Brasil, fazem indicadores
econômicos subir e descer, ao sabor da jogatina. Quem for Ministro da
Fazenda no Brasil no próximo governo precisa estar muito atento e
melhorar mecanismos de investigação e controle dos crimes que praticam.
Especulam com a Petrobrás de forma covarde, arrebentando um dos maiores
patrimônios brasileiros sem dó nem piedade. A ELETROBRAS é outro alvo
frequente. E criam um ambiente que influenciam na inflação e cambio. A
deturpação de dados sobre a economia gera insegurança para investidores,
pessoas físicas e jurídicas e, na minha modesta opinião é o que mais
está tendo efeito eleitoral contra a presidenta Dilma. Mas a eleição
passa. Vamos derrotar os especuladores de plantão, vamos derrotar o
ódio, calunias e difamação. Eu derrotei tudo isto no Piauí, Rui Costa e
Jaques Wagner fizera o mesmo na Bahia e agora é a Presidenta Dilma que
pela vontade de Deus e do povo vai derrotar os que atacam os interesses
maiores do Brasil.
PERGUNTA
— A economia em geral tem sido um ponto frequente nas críticas da
oposição. O senhor acompanha esse debate de perto. O que há de verdade e
o que há de mentira nessa crítica?
Para a ampla
maioria do povo a economia vai bem quando tem emprego, reajuste de
salário, lucro no seu negócio, boa produção, e a inflação e o juro Estão
sob controle. Na minha opinião, a subida da taxa SELIC que influencia o
juro que o cidadão paga, subiu para casa de dois dígitos mais pela
força dos especuladores que por regras da economia. A inflação tem um
problema: regras fora do controle de qualquer governo permitem que
energia, mensalidades escolares, contas de água e telefone subam de
preço todo ano, criando parâmetro para reajuste de tudo. Alguma coisa
precisa ser feita para sairmos desta “memória inflacionária” na casa de
4,5% a 6,5%. O que pensam que o povo esqueceu? Juros de 28% e Inflação
de 12,5% ao ano foi isto que herdamos dele. Agora vai terminar dentro da
meta de 6% a inflação.
PERGUNTA — Com o Congresso atual, como fica a reforma política?
O Congresso
atual, do qual faço parte como Senador pelo Piauí, é de maioria
conservadora. Ou seja resiste a mudanças fortes. Por isto não aprovamos a
reforma política e eleitoral ou reforma fiscal. O próximo congresso
será ainda mais conservador. Tem gente nova e tem parlamentares
conhecidos, mas não será fácil aprovar as mudanças que o Brasil precisa.
A presidenta Dilma sai da eleição com maioria na Câmara e no Senado, o
que é importante para sustentação dos avanços que o Brasil deseja e ela
se comprometeu na campanha. Mas insisto que as regras e sistema político
eleitoral que vigora em 2014 são ruins e o congresso é resultado dele.
São partidos que não tem peso enquanto direção, que assumem programas e
prioridades partidárias que valem pouco ou nada, o que dá entender que
ninguém presta, que é tudo igual, com eleições caras e regras que
favorecem a força do dinheiro e, em consequência, a corrupção. É isto
que a presidenta Dilma quer mudar. Veja que ela apresentou ao Congresso
Nacional as duas principais reformas a Política e a Fiscal. Estão no
Congresso. Temos que fazer da reforma política a reforma das reformas.
Penso ser necessário dar ao povo o direito de escolher. Se o povo vai
preferir o voto em lista ou misto ou voto distrital ou Distritão, teses
defendidas na ordem pelo PT, PSDB e PMDB, como exemplo, vamos confiar ao
povo a decisão após um amplo debate. E se não passar o voto em lista
que o meu partido, o Partido dos Trabalhadores, defende? Eu prefiro
confiar no poder do povo.
PERGUNTA — O que sua reeleição no Piauí pode ensinar aos brasileiros de outros estados?
Fui eleito
pela terceira vez, as três vezes no primeiro turno. Sem comprar nenhum
voto, numa campanha simples, fazendo caminhada de porta em porta,
subindo em tamborete ou banco de praça ou numa calçada. Andei cerca de
1.700 km com minha vice governadora Margarete Coelho, nosso Senador
Elmano Férrer, “o Vein Trabalhador” como é e ficou ainda mais conhecido.
Quase não fizemos comícios ou carreatas, uma campanha simples e barata.
Temos um bom projeto, que tem sido construído ao longo dos anos. O povo
entendeu que é possível transformar o estado mais pobre do Brasil em
2002, o Piauí, em um Estado Desenvolvido no mais moderno conceito de
desenvolvimento até o ano de 2025. Antes o que era um sonho está se
tornando realidade. Que lugar do Brasil tinha 400 mil pessoas com ensino
médio e saltou para 1.200.000? O Piauí. Que cidade brasileira é campeã
de medalhas olímpicas de matemática? A pequenina Cocal dos Alves, com
5.000 habitantes no norte do Piauí? Que município tem proporcionalmente
mais doutores no Brasil? Bom Jesus do Piauí. A educação para nós é o
alicerce do desenvolvimento. Vamos completar nestes próximos quatro anos
o ciclo completo da educação que já fizemos chegar a próximos de 80
Municípios, aos 224 Municípios. O que é isto? Uma cidade como Alegrete
do Piauí com 5.000 habitantes ou Ribeiro Gonçalves de 6.000 ter o que
antes só tinha em Brasilia ou São Paulo ou Teresina: da creche à pòs
graduação. Ensino técnico e superior Presencial ou à distancia. Pergunte
ao ex Ministro Fernando Haddad onde foi o piloto brasileiro de ensino à
distancia e presencial? Piauí. Universidade Aberta do Brasil e E-TEC. A
meta nossa é que quem nasceu no Piauí neste século tenha aos 25 anos,
no mínimo 12 anos de estudo e agora vamos atualizar para 14 anos para
quem iniciar em 2015. Quando deixei o governo, o Piauí já tinha o mais
baixo índice de homicídios do Brasil, cerca de 8 para cada grupo de 100
mil pessoas. A situação piorou nos últimos anos mas vamos tomar medidas
para combater a criminalidade. Mas vou investir muito em saúde, água
potável, energia, segurança alimentar, cultura, esporte, lazer saudável.
Queremos chegar a uma expectativa de vida acima de 75 anos, ou seja, de
região desenvolvida. A minha geração tinha uma Expectativa de vida ao
nascer de pouco mais de 50 anos. A dos meus filhos e de quem nasce hoje
no Piauí já é de 70 anos, igual a do Nordeste. A do Brasil que é de 73
anos vai para mais de 75 no começo da próxima década e o Piauí chegará
junto com o Brasil.
PERGUNTA – De que forma o esforço do governo federal para diminuir os desequilíbrios regionais beneficiou o Piauí?
Na economia
saímos de um PIB nominal de R$ 7 bilhões ano para mais de R$ 30 bilhões
ano. Qual é o estado brasileiro que hoje proporcionalmente tem mais
empreendedores no Brasil? É o Piauí, conforme diz um certificado do
SEBRAE nacional. Nossa renda per capita era tão baixa que mesmo
crescendo muito ainda estamos empatados em ultimo lugar com o Maranhão e
Alagoas. Era R$ 2.100,00. Passamos para mais de R$ 9.000,00. Mas vamos
crescer numa velocidade maior. Investimentos e pesquisas apoiados pelo
governo do Presidente Lula e Dilma lá atrás, nos permitem agora explorar
gás e petróleo em terra e mar; ferro e outros minérios, energia
hidrelétricas , eólicas, solar e biomassa, produção de frutas com
irrigação, grãos etc. E a meta agora é chegar em 2025 com mais de R$ 75
bilhões de PIB com uma população de 3,3 milhões de habitantes. Uma renda
per capita próxima da média brasileira. Vamos trabalhar muito para que
Um índice de desenvolvimento humano que era em 2000 0,4 ou “muito baixo
desenvolvimento” e deixei em 2010 próximo de 0,7 ou “médio
desenvolvimento”, agora vamos chegar acima de 0,8 ou “muito
desenvolvido” antes de 2025. Fui eleito com mais de 63% dos votos do
Piauí, com um senador que teve 62%. Nossa presidenta Dilma obteve com
71%. Só me resta agradecer a Deus e ao povo e honrar esta confiança.
Ouso dizer: trabalhar para melhorar a vida do povo com honestidade e
cuidando com o amor de um pai ou uma mãe com a sua família vale a pena. O
Piauí abraçou nosso projeto. Vou trabalhar muito para fazer deste sonho
uma realidade.
Fonte: JL/por Paulo Moreira Leite
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