sexta-feira, 24 de outubro de 2014

ELEIÇÕES - Em entrevista, Wellington Dias diz:

Aos 52 anos, um dos principais integrantes da nova geração de políticos do Nordeste que participou por dentro do crescimento da região, como governador, como senador e líder da bancada do partido na Casa, Wellington comemora o salto no PIB do Estado — que era de R$ 7 bilhões e passou para mais R$ 30 bilhões

Reeleito para cumprir um terceiro mandato no Piauí, Wellington Dias fala sobre explosão de ódio na reta final da campanha presidencial

Bancário e radialista, o senador Wellington Dias (PT-PI) saiu das urnas de 5 de outubro como um tri campeão de votos em seu Estado. Eleito governador de seu Estado pela primeira vez, em 2002, Wellington repetiu a vitória em 2006 e tornou a se eleger para um terceiro mandato em 2014 — sempre na primeira rodada — com um total de 63% dos votos, enquanto Dilma fez 71%.
Aos 52 anos, um dos principais integrantes da nova geração de políticos do Nordeste que participou por dentro do crescimento da região, como governador, como senador e líder da bancada do partido na Casa, Wellington comemora o salto no PIB do Estado — que era de R$ 7 bilhões e passou para mais R$ 30 bilhões — , a elevação na expectativa de vida ao nascer — hoje é de 70 anos contra 50 quando ele próprio veio ao mundo — e o crescimento da renda per capta, que multiplicou-se mais de quatro vezes e hoje é de R$ 9 000. O próprio Wellington admite, no entanto, que mesmo crescendo muito o Piauí continua entre os três Estados mais pobres do país, ao lado de Alagoas e Maranhão. Mesmo sendo o campeão nacional de empreendedorismo, conforme certificado do Sebrae, o Piauí tem regiões de imensa pobreza. A Segurança Pública, “que estava bem, teve uma piora e precisa ser melhorada,” diz ele. Engajado 24 horas por dia na campanha pela reeleição de Dilma, Wellington Dias deu a seguinte entrevista ao 247:
PERGUNTA — Por que tantas cenas de ódio na reta final da campanha presidencial?
Não é novidade que líderes do PSDB e alguns outros partidos, especialmente de São Paulo, Paraná e Distrito Federal, propagam uma política de ódio contra o Partido dos Trabalhadores. Antes nos combatiam espalhando o medo: diziam até que o PT iria fechar igrejas. Mas não deu certo, até porque nunca foram abertas tantas igrejas, no país, como durante os governos do PT. A política do ódio começou em 2006, mas o povo reagiu, dizendo “Mexeu com Lula, mexeu comigo. Depois tentaram tirar proveito do movimento de rua de junho de 2013 e nesta eleição de 2014 destilam ódio país a fora. Eu vi repórter da Globo fazendo matéria com ” Medo do Povo. “Agora tentam transformar uma campanha para a escolha de quem vai presidir o Brasil a partir de 2015 num julgamento, na linguagem deles “quem apóia os petralhas” e quem rejeita. Nada de avaliar quem é Dilma Rousseff e Aécio Neves, qual a história dela e a dele. Querem impedir o povo de refletir sobre o que cada um já fez ou que projeto a candidata Dilma representa ou Aécio.
PERGUNTA — 0 governo também tem sido acusado de atacar a oposição….
A verdade é a seguinte: o PSDB ataca mas não quer ser atacado. Numa linguagem nordestina, são mofinos. Não aceitam reação. Querem esquecer que há uma frente de partidos que se uniram em torno de um projeto de desenvolvimento do Brasil e que vem dando resultados: em 2002 nosso PIB era de U$ 500 bilhões e agora está perto de U$ 3 bilhões. Não querem comparar o projeto de um lado e de outro porque isso seria desvantajoso para eles. Querem que os eleitores esqueçam o que está em jogo numa eleição e com isto garantir campo para o ódio, para um “Movimento Nacional Anti PT”.
PERGUNTA — Muitas pessoas tem a impressão de que o PT bate mais do que o PSDB…
O Aécio mesmo disse: “Eu não vou bater”. Ele bate muito, as vezes mais do que o PT mas nem sempre precisa fazer isso. Há setores da imprensa que batem de manhã, à tarde e à noite, todos os dias da semana. Com raras e honrosas exceções, cada jornal, telejornal ou revista que sai de São Paulo, é pancadaria, calunia, difamação, pesquisa fraudulenta, ódio. O clima é de apartheid entre ricos e pobres, o Brasil deles e o resto… e ainda botando a culpa no PT. Não custa lembrar que a parcialidade levou a presidenta Dilma a não ir a um programa com a Globo. Eu vivi algo parecido no Piauí. A “escola do ódio” espalhou-se pelo Brasil a fora. O que ninguém não esperava era que a presidenta fosse reagir. Mulher, mãe, avó… Reagiu. Aécio atirou mas levou. Os “mofinos” depois foram para o TSE dizer que queriam acabar com a “baixaria”. É isto mesmo? Ouvi direito?
PERGUNTA –O senhor costuma dizer que está “caindo a ficha” de muitos eleitores e que isso favorece Dilma na votação. Como é isso?
A pergunta que precisamos fazer é muito simples: por que a maioria dos brasileiros que deu vitória a dois homens — o presidente Fernando Henrique Cardoso, que mudou a Constituição para ter reeleição, e depois para Luiz Inácio Lula da Silva — iria negar um segundo mandato à primeira mulher presidenta? Dilma é honesta, corajosa, comprometida com o desenvolvimento de todo o Brasil. Eu acho mesmo que ela sabe cuidar dos mais pobres, como uma mulher sabe cuidar. Ao mesmo tempo, mantém a postura de quem governa um dos maiores países do mundo. É isto que vai contar dia 26 de outubro.
PERGUNTA — Como você vê essa postura na campanha?
É a primeira vez que quem preside o Brasil assume uma posição necessária, de encarar problemas importantes e evitar respostas cômodas. Em vez de dizer que ” a violência é grande, mas segurança é problema dos Estados” a Dilma fala: “é problema meu também como presidenta”. Faz a mesma coisa na saúde, quando diz que vai implantar especialidades que hoje só encontramos nas Capitais e grandes cidades. Isso não é fazer promessa, o que todo mundo pode fazer. É ter postura de presidente.
PERGUNTA — Como isso chega num estado pobre, como o Piauí…
Faz uma diferença enorme. O Piauí tem ótimas redes de Saúde na Capital Teresina mas ela está falando de regiões como Parnaíba, Piripiri, Esperantina, Campo Maior, Picos, Floriano, São Raimundo Nonato, Bom Jesus, Uruçuí, Corrente. A proposta completa os avanços que tivemos com o ” Mais médicos”. Isso também vale para o projeto de abrir mais 12 milhões de vagas do PRONATEC. É isto que o Brasileiro e a Brasileira que vão votar querem saber.
PERGUNTA — Como ficam os eleitores de Marina no Nordeste?
O voto dado a Marina e a outros candidatos vai para a Dilma. Não tenho dúvida. Sabe por que? Porque o eleitor conhece o desprezo que os nossos adversários têm pelos nordestinos. Sabe que, nos governos anteriores, toda vez que se resolvia cortar um investimento, o primeiro sacrificado era o Nordeste. Outro elemento a favor da Dilma é a forma de votar. Sabemos que no primeiro turno muitos votos que foram “nulos” ou “brancos” no primeiro turno, na verdade foram votos errados. O voto para Presidente era a quinta decisão na urna e para muitas pessoas isso complicava o trabalho de votar. Agora é um número só. Pode esperar: no Nordeste, Norte, e cidades pequenas e periferia das grandes em todo o Brasil, vamos ter menos votos nulos e brancos e mais votos para Dilma. Nossa preocupação é com abstenção.
PERGUNTA — Por que esse apego do eleitor do Nordeste por Lula e Dilma?
Conheço um caso exemplar, que parece lenda mas é real. Há poucos dias, uma equipe da BBC de Londres, no Brasil, esteve no Piauí. O jornalista Efren Ribeiro, do Sistema Meio Norte, acompanhou os repórteres que vinham de fora. Ele assistiu a entrevista de um casal de trabalhadores rurais da comunidade de Contente, no Sul do Estado, no interior de Paulistana, no Semi-Árido. Eram dona Erismar Celestino Santos e seu esposo Francisco dos Santos Nascimento. Após muitas perguntas eles explicaram porque votaram no Lula e agora votam em Dilma. Contaram que antes passavam fome, que chegaram a conhecer pessoas que morreram de desnutrição. Falaram que antes não tinham casa e que hoje têm e que só agora, na comunidade, a população dispõe de água, energia, uma bela escola por perto. Antes iam para cidade num jegue e agora vão de moto ou automóvel, em estrada com asfalto. O repórter perguntou: “e se Dilma perder a eleição? E se o eleito para presidente for o candidato Aécio Neves? E João Fellet, jornalista da BBC Brasil, ouviu a resposta de dona Erismar Santos: “Oh moço, só de pensar já me deu uma dor no estômago”. “Já me deu uma dor no estômago” palavras de um ser humano que viveu o que eles e elas viveram, é muito profundo.
PERGUNTA — Dilma teve uma votação decepcionante em São Paulo…
Sim. Mas eu acredito que cresce em São Paulo, com a melhora da avaliação dela e, principalmente do prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Hadad. Melhora em Minas onde ganhou do candidato Aécio Neves. Cresce no Rio de Janeiro onde tem o apoio dos dois candidatos no segundo Turno, Crivela e Pezão, e deve crescer alguma coisa no Espirito Santo onde tanto Dilma como Lula tem muitas obras e programas. Mas cresce no Sul, no Rio Grande do Sul onde Tarso Genro disputa bem o segundo turno e pode até quebrar a tradição gaúcha e ser reeleito pela força do trabalho integrado com a Presidenta Dilma, que o povo percebe, ela tem raízes no Rio Grande do Sul onde viveu boa parte de sua vida no Brasil. Outra novidade vai ser no Paraná, com a participação forte do ex governador Requião e Osmar Dias. Cresce muito no Nordeste e percebo que o voto de Marina Silva no norte, era um voto para alguém da Amazônia, menos para o PSB e agora a segunda opção é Dilma, do lado do ex presidente Lula. Por isto a visita dele prioritária para o norte, onde é muito querido e ajudando a quem está no segundo turno do nosso campo.
PERGUNTA — O apoio das oligarquias tem seu peso contra os adversários?

 Para o povo, oligarquia é “coisa ruim”, lembra o passado. Pela realidade anterior do Piauí , se nada tivesse acontecido nós teríamos 730 mil famílias dependentes do Bolsa Família. Temos 440 mil. Quase 300 mil deixaram a miséria e a pobreza também. Só no governo da Dilma fora, criados mais de 200 mil empregos novos com carteira assinada. Qual a cidade brasileira que mais ganha medalhas nas olimpíadas de matemática? Cocal dos Alves no Piauí. Qual a cidade brasileira que proporcionalmente tem mais doutores? Bom Jesus no Piauí. Entramos neste século com cerca de 400 mil pessoas com ensino médio e agora ultrapassamos de 1.200.000. O povo do Piauí e de cada estado brasileiro quer apenas oportunidade. E ser tratado com respeito, como cidadão brasileiro. Nada mais.
PERGUNTA — Os altos e baixos da Bolsa tem sido associados as altas e quedas da oposição nas pesquisas. Por que?
A verdade é que a crise mundial ainda é um fantasma rondando o Brasil e a união de especuladores, associados a lideres da oposição e meios de comunicação de grande peso na formação de opinião no Brasil, fazem indicadores econômicos subir e descer, ao sabor da jogatina. Quem for Ministro da Fazenda no Brasil no próximo governo precisa estar muito atento e melhorar mecanismos de investigação e controle dos crimes que praticam. Especulam com a Petrobrás de forma covarde, arrebentando um dos maiores patrimônios brasileiros sem dó nem piedade. A ELETROBRAS é outro alvo frequente. E criam um ambiente que influenciam na inflação e cambio. A deturpação de dados sobre a economia gera insegurança para investidores, pessoas físicas e jurídicas e, na minha modesta opinião é o que mais está tendo efeito eleitoral contra a presidenta Dilma. Mas a eleição passa. Vamos derrotar os especuladores de plantão, vamos derrotar o ódio, calunias e difamação. Eu derrotei tudo isto no Piauí, Rui Costa e Jaques Wagner fizera o mesmo na Bahia e agora é a Presidenta Dilma que pela vontade de Deus e do povo vai derrotar os que atacam os interesses maiores do Brasil.
PERGUNTA — A economia em geral tem sido um ponto frequente nas críticas da oposição. O senhor acompanha esse debate de perto. O que há de verdade e o que há de mentira nessa crítica?
Para a ampla maioria do povo a economia vai bem quando tem emprego, reajuste de salário, lucro no seu negócio, boa produção, e a inflação e o juro Estão sob controle. Na minha opinião, a subida da taxa SELIC que influencia o juro que o cidadão paga, subiu para casa de dois dígitos mais pela força dos especuladores que por regras da economia. A inflação tem um problema: regras fora do controle de qualquer governo permitem que energia, mensalidades escolares, contas de água e telefone subam de preço todo ano, criando parâmetro para reajuste de tudo. Alguma coisa precisa ser feita para sairmos desta “memória inflacionária” na casa de 4,5% a 6,5%. O que pensam que o povo esqueceu? Juros de 28% e Inflação de 12,5% ao ano foi isto que herdamos dele. Agora vai terminar dentro da meta de 6% a inflação.
PERGUNTA — Com o Congresso atual, como fica a reforma política?
O Congresso atual, do qual faço parte como Senador pelo Piauí, é de maioria conservadora. Ou seja resiste a mudanças fortes. Por isto não aprovamos a reforma política e eleitoral ou reforma fiscal. O próximo congresso será ainda mais conservador. Tem gente nova e tem parlamentares conhecidos, mas não será fácil aprovar as mudanças que o Brasil precisa. A presidenta Dilma sai da eleição com maioria na Câmara e no Senado, o que é importante para sustentação dos avanços que o Brasil deseja e ela se comprometeu na campanha. Mas insisto que as regras e sistema político eleitoral que vigora em 2014 são ruins e o congresso é resultado dele. São partidos que não tem peso enquanto direção, que assumem programas e prioridades partidárias que valem pouco ou nada, o que dá entender que ninguém presta, que é tudo igual, com eleições caras e regras que favorecem a força do dinheiro e, em consequência, a corrupção. É isto que a presidenta Dilma quer mudar. Veja que ela apresentou ao Congresso Nacional as duas principais reformas a Política e a Fiscal. Estão no Congresso. Temos que fazer da reforma política a reforma das reformas. Penso ser necessário dar ao povo o direito de escolher. Se o povo vai preferir o voto em lista ou misto ou voto distrital ou Distritão, teses defendidas na ordem pelo PT, PSDB e PMDB, como exemplo, vamos confiar ao povo a decisão após um amplo debate. E se não passar o voto em lista que o meu partido, o Partido dos Trabalhadores, defende? Eu prefiro confiar no poder do povo.
PERGUNTA — O que sua reeleição no Piauí pode ensinar aos brasileiros de outros estados?
Fui eleito pela terceira vez, as três vezes no primeiro turno. Sem comprar nenhum voto, numa campanha simples, fazendo caminhada de porta em porta, subindo em tamborete ou banco de praça ou numa calçada. Andei cerca de 1.700 km com minha vice governadora Margarete Coelho, nosso Senador Elmano Férrer, “o Vein Trabalhador” como é e ficou ainda mais conhecido. Quase não fizemos comícios ou carreatas, uma campanha simples e barata. Temos um bom projeto, que tem sido construído ao longo dos anos. O povo entendeu que é possível transformar o estado mais pobre do Brasil em 2002, o Piauí, em um Estado Desenvolvido no mais moderno conceito de desenvolvimento até o ano de 2025. Antes o que era um sonho está se tornando realidade. Que lugar do Brasil tinha 400 mil pessoas com ensino médio e saltou para 1.200.000? O Piauí. Que cidade brasileira é campeã de medalhas olímpicas de matemática? A pequenina Cocal dos Alves, com 5.000 habitantes no norte do Piauí? Que município tem proporcionalmente mais doutores no Brasil? Bom Jesus do Piauí. A educação para nós é o alicerce do desenvolvimento. Vamos completar nestes próximos quatro anos o ciclo completo da educação que já fizemos chegar a próximos de 80 Municípios, aos 224 Municípios. O que é isto? Uma cidade como Alegrete do Piauí com 5.000 habitantes ou Ribeiro Gonçalves de 6.000 ter o que antes só tinha em Brasilia ou São Paulo ou Teresina: da creche à pòs graduação. Ensino técnico e superior Presencial ou à distancia. Pergunte ao ex Ministro Fernando Haddad onde foi o piloto brasileiro de ensino à distancia e presencial? Piauí. Universidade Aberta do Brasil e E-TEC. A meta nossa é que quem nasceu no Piauí neste século tenha aos 25 anos, no mínimo 12 anos de estudo e agora vamos atualizar para 14 anos para quem iniciar em 2015. Quando deixei o governo, o Piauí já tinha o mais baixo índice de homicídios do Brasil, cerca de 8 para cada grupo de 100 mil pessoas. A situação piorou nos últimos anos mas vamos tomar medidas para combater a criminalidade. Mas vou investir muito em saúde, água potável, energia, segurança alimentar, cultura, esporte, lazer saudável. Queremos chegar a uma expectativa de vida acima de 75 anos, ou seja, de região desenvolvida. A minha geração tinha uma Expectativa de vida ao nascer de pouco mais de 50 anos. A dos meus filhos e de quem nasce hoje no Piauí já é de 70 anos, igual a do Nordeste. A do Brasil que é de 73 anos vai para mais de 75 no começo da próxima década e o Piauí chegará junto com o Brasil.
PERGUNTA – De que forma o esforço do governo federal para diminuir os desequilíbrios regionais beneficiou o Piauí?
Na economia saímos de um PIB nominal de R$ 7 bilhões ano para mais de R$ 30 bilhões ano. Qual é o estado brasileiro que hoje proporcionalmente tem mais empreendedores no Brasil? É o Piauí, conforme diz um certificado do SEBRAE nacional. Nossa renda per capita era tão baixa que mesmo crescendo muito ainda estamos empatados em ultimo lugar com o Maranhão e Alagoas. Era R$ 2.100,00. Passamos para mais de R$ 9.000,00. Mas vamos crescer numa velocidade maior. Investimentos e pesquisas apoiados pelo governo do Presidente Lula e Dilma lá atrás, nos permitem agora explorar gás e petróleo em terra e mar; ferro e outros minérios, energia hidrelétricas , eólicas, solar e biomassa, produção de frutas com irrigação, grãos etc. E a meta agora é chegar em 2025 com mais de R$ 75 bilhões de PIB com uma população de 3,3 milhões de habitantes. Uma renda per capita próxima da média brasileira. Vamos trabalhar muito para que Um índice de desenvolvimento humano que era em 2000 0,4 ou “muito baixo desenvolvimento” e deixei em 2010 próximo de 0,7 ou “médio desenvolvimento”, agora vamos chegar acima de 0,8 ou “muito desenvolvido” antes de 2025. Fui eleito com mais de 63% dos votos do Piauí, com um senador que teve 62%. Nossa presidenta Dilma obteve com 71%. Só me resta agradecer a Deus e ao povo e honrar esta confiança. Ouso dizer: trabalhar para melhorar a vida do povo com honestidade e cuidando com o amor de um pai ou uma mãe com a sua família vale a pena. O Piauí abraçou nosso projeto. Vou trabalhar muito para fazer deste sonho uma realidade.
Fonte: JL/por Paulo Moreira Leite

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Cármen Lúcia antecipa eleição no TSE e piauiense Nunes Marques deve assumir presidência dia 14 Presidente do Tribunal fixou para a próxima terça-feira (14) a eleição para o novo comando da Corte

A presidente do   Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia , marcou para a próxima terça-feira (14) a eleição que escolherá ...