O parlamentar disse ainda não acreditar que os tucanos vão continuar com os projetos sociais iniciados pelo partido.
O vereador Edilberto Dudu (PT) criticou os ataques que a presidente
Dilma Rousseff (PT) recebeu no segundo turno nesta campanha eleitoral.
“Tivemos
um debate, onde o candidato Aécio foi muito violento com a presidente
Dilma Rousseff. O povo começou a se rebelar com isso. O povo não quer
ataque pessoal. O povo não quer a falta de demonstração de proposta. Nós
estamos tranquilos. Fizemos uma campanha tranquila. Disse desde o
início o que queríamos era mostrar o que tinha sido feito e nós
demonstramos isso. Quem veio baixando o nível foi o povo do lado de lá”,
disse.

Edilberto Dudu
O
vereador disse não acreditar que os ataques prejudicaram a campanha de
Dilma. “O povo não gosta desse tipo de política, desse tipo de
campanha. Eu não tenho dúvida de que domingo às 22hrs da noite, Dilma
vai estar com 7 a 8% a frente do Aécio. Eu não tenho dúvida disso. Não é
só o Nordeste. O Sul já disse que também quer continuar com esse
modelo. O povo começa a ver que se votar no Aécio, vai votar em um
projeto retrógrado, de um país frágil, sem força e que não olha para a
população mais carente”, disse.
Para o petista, o partido
conseguiu fazer muitas melhorias no país e que isso precisa ser
respeitado. Disse ainda não acreditar que os tucanos vão continuar com
os projetos sociais iniciados pelo partido.
“Quando um ex-presidente (FHC) diz que quem votou no PT é um sem
consciência. Quando ele próprio, Aécio, diz que não quer fomentar esses
programas sociais para não fomentar a miséria. Ele tá dizendo o quê?.
Que é contra. Vamos ver os indicadores. Quando se criou o Bolsa Família,
você não deu só a atenção e o imediatismo de tirar aquela pessoa da
fome. Você casou várias políticas sociais de Estado. Aí se olha o
indicador da educação, o Brasil melhorou, o da mortalidade infantil, o
Brasil melhorou. O indicador de sem tetos, o Brasil melhorou. E então
quando o Aécio diz que não acredita nesse tipo de programa, ele está
dizendo que é contra. Tem que ser mudado algumas coisas e é preciso sim
investir mais. Precisamos daqui pra frente é melhorar e não ficar no
meio do caminho”, disse.
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