No entanto, Dilma, que votou na manhã deste domingo na Escola Estadual Santos Dumont, na zona sul da capital gaúcha, ressaltou que, apesar dos momentos lamentáveis, a campanha permitiu confronto de ideias e o “debate sadio” que a democracia exige
Num
pronunciamento rápido, que durou pouco mais de três minutos, a
presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff (PT) conclamou os
eleitores a votarem de forma consciente neste domingo e reconheceu que a
campanha, que se encerrou às 22h de sábado, teve “momentos
lamentáveis”.
No entanto,
Dilma, que votou na manhã deste domingo na Escola Estadual Santos
Dumont, na zona sul da capital gaúcha, ressaltou que, apesar dos
momentos lamentáveis, a campanha permitiu confronto de ideias e o
“debate sadio” que a democracia exige.
— Eu acho que
foi uma campanha diferente, cheia de momentos de mudança, inclusive com
uma morte. Uma campanha que sofreu reviravoltas. Acho que houve
momentos em que o nível não foi muito alto, mas eu não diria que foi
inteiramente uma campanha em que prevaleceu o baixo nível. Eu acho que
teve momentos lamentáveis, com uso de formas de tratamento indevidas. E
inclusive acredito que isso foi rejeitado pela população, acho que a
população não gostou – avaliou Dilma.
Segundo a
presidente, o exercício do voto permitirá que os eleitores externem suas
opiniões e tenham uma “clara opção” sobre qual é o caminho que o Brasil
deve seguir no futuro.
— Eu sempre
disse que dois projetos chegariam aqui, neste momento. Um que eu
acredito que vai fazer com que o Brasil continue mudando. Nós, desse
projeto, que lutamos tanto para melhorar a vida da população, não vamos
permitir que nada, nem crise nem pessimismo, tire aquilo que você
conquistou. O Brasil vai continuar mudando. Eu tenho certeza que o
Brasil é e continuará sendo uma das maiores nações democráticas deste
planeta – completou a presidente.
Dilma vota cedo na capital gaúcha
Candidata à
reeleição pelo PT, a presidente Dilma Rousseff votou, na manhã deste
domingo, na Escola Estadual Santos Dumont, na zona sul da capital
gaúcha. A presidente chegou à zona eleitoral às 8h40, acompanhada do
governador Tarso Genro, também candidato à reeleição, e de auxiliares.
No caminho até a sala de votação, a presidente cumprimentou os eleitores e tirou fotos. Cerca de 60 pessoas a aguardavam.
Dilma ficou
sete minutos na sessão eleitoral. Ela tomou chimarrão, oferecido por
Rogério Leal, fiscal do PMDB. Depois de votar, fez sinal de positivo.
Antes da
abertura das urnas, Dilma pediu apoio no Twitter, apelando para o
discurso das conquistas sociais nos governos petistas. "Vamo às urnas
por um Brasil mais igual e com mais oportunidades. Conto com vocês",
escreveu.
A presidente
pediu que todos votem com consciência. "Hoje é o grande dia! Quero
desejar um ótimo domingo a todos e que cada um vote com consciência",
afirmou. "O combate sem trégua às desigualdades não pode parar. Depois
de tantas conquistas não podemos dar um passo atrás", completou.
Antes de
votar, Dilma tomou café da manhã em um hotel no centro da capital
gaúcha. De Porto Alegre, a presidente segue para Brasília, onde
acompanhará o processo eleitoral, no Palácio da Alvorada, juntamente com
familiares. A filha da presidente, Paula Araújo, o genro Rafael Covolo e
o neto Gabriel se juntam a ela no Alvorada. A previsão é que Dilma dê
uma entrevista coletiva logo após a definição da eleição.
Na véspera do
segundo turno, Dilma participou de uma caminhada no centro de Porto
Alegre, que reuniu cerca de 8.000 pessoas. Em seguida, Dilma almoçou na
casa de seu ex-marido Carlos Araújo.
Fonte: JL/Extra
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