Corte de água já atinge 60% dos paulistanos, diz Datafolha
Pesquisa Mais da metade (56%)
afirma que o corte no fornecimento ocorreu à noite e 40% dizem que foi durante o
dia.
De acordo com a pesquisa,
89% dos mais pobres dizem ter deixado de lavar calçadas, 82% dizem estar
reutilizando água, 54% pararam de lavar o carro e 51% que deixaram de usar
máquina de lavar roupa. Entre os mais ricos, 76% não lavam mais o carro, 68% não
lavam calçadas, 59% estão reutilizando água e 28% deixaram de usar a lavadora de
roupas.
É a primeira pesquisa que
indica que mais da metade dos paulistanos ficou sem água. Na pesquisa de junho,
o percentual foi de 35%. Na de agosto, em 46%.
O pessimismo é alto: 88%
dos paulistanos acreditam que a cidade pode ficar longos períodos sem água nos
próximos meses e 91% dizem que a população, em geral, será muito
prejudicada.
A cada quatro
entrevistados, três dizem que o problema poderia ter sido evitado pelo governo
do estado. Em relação à pesquisa de agosto, aumentou de 38% para 43% o
percentual de entrevistados que dizem que a atuação do governador Geraldo
Alckmin (PSDB) na crise hídrica é ruim ou péssima. Os que consideram a atuação
dele ótima ou boa somam 19%, contra 21% na pesquisa anterior.
Essa avaliação não afeta
a popularidade do governador. Se a eleição fosse hoje ele teria 50% dos votos e
85% dos que votaram nele declaram que votariam novamente. Alckmin venceu a
disputa pelo governo de São Paulo no primeiro turno, com 52% dos votos
válidos.
Fonte: JL/Globo
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