O processo entrou na pauta dos julgamentos realizados ontem pelo TRE-Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, mas a assessoria jurídica do PSDB comunicou a retirado do processo. Logo em seguida, o procurador da República, Kelston Lages, informou que o Ministério Público irá assumir o caso diante da gravidade das acusações e das provas apresentadas
A ação foi movida em 2011 pela assessoria jurídica do PSDB. Sílvio e a coligação liderada pelos tucanos ingressaram com uma série de denúncias contra Wilson, a maior parte foi arquivada por falta de provas e outras foram retiradas por Sílvio Mendes, após o PSDB passar a apoiar a campanha de Zé Filho ao Governo do Estado na eleição de 2014. Mas a ação de número 9.69.2011.6.18.0000 continuou a correr.
O processo entrou na pauta dos julgamentos realizados ontem pelo TRE-Tribunal Regional Eleitoral do Piauí, mas a assessoria jurídica do PSDB comunicou a retirado do processo. Logo em seguida, o procurador da República, Kelston Lages, informou que o Ministério Público irá assumir o caso diante da gravidade das acusações e das provas apresentadas.
Wilson Martins (PSB) e Zé Filho (PMDB) são acusados dos crimes de formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, Caixa 2 e falsidade ideológica. Kelston Lages explicou que a ação já é alvo de investigação criminal. “O Ministério Público não pode se fechar para um caso tão grave como esse. São ilícitos gravíssimos. Se for comprovado é um caso de capacitação ilícita de sulfrágio. De acordo com a denúncia, existe uma prática de Caixa 2", declarou.
A ação movida pelo PSDB pedia a cassação de Wilson Martins, mas como ele já renunciou ao cargo para concorrer a vaga de senador do Piauí, o ex-governador poderá ser condenado ao pagamento de multa e a perda dos direitos políticos. “Casos como este em que as provas foram apresentadas não podem ficar sem uma resposta para a sociedade”, comentou.
A defesa de Wilson Martins (PSB) afirmou está aguardando o desenrolar dos fatos com tranquilidade. O advogado Willian Guimarães afirmou que trata-se de um fato atípico. "A ação que foi ajuizada em 2011 já foi suspensa. Agora surgiu outra no mês de maio. É algo atípico e que nos causa estranheza. Vamos seguir acompanhando o andamento da ação. Da nossa parte estamos tranquilos", comentou.
Fonte: JL/ODIA
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