Senador e candidato ao governo do Piauí fala de calamidade pública
O Senador Wellington Dias (PT), candidato ao governo do estado, anunciou em entrevista concedida nesta manhã de segunda-feira (25/08) que se eleito, trará já no dia 1º de janeiro de 2015, homens da Força Nacional para o Piauí.
O petista falou para a reportagem da TV Antena 10 que irá decretar, como seu primeiro ato de governo, estado de emergência e calamidade pública na Saúde, Segurança e Abastecimento de Água .
A intenção de Wellington é de controlar o clima de insegurança na capital, que neste fim de semana registrou mais de 20 mortes no Instituto de Medicina Legal (180graus).
SaúdeDias falou que pretende resolver a questão da baixa resolutividade dos hospitais regionais e evitar o caos no Hospital de Urgência de Teresina (HUT), hoje principal porta de entrada para emergência e urgência no estado, trabalhando em parceria com os municípios e garantindo o repasse de recursos. O candidato também falou da necessidade de colocar em funcionamento unidades de saúde já prontas, mas que permanecem fechadas.

“Há uma forma de medir como estão os atendimentos que é o Sistema único de Saúde (SUS). Quando assumimos o governo pela primeira vez eram realizados 7 milhões de procedimentos, sendo 5 milhões na capital. Quando deixamos o governo esse número saltou para 22 milhões, sendo 15 milhões na capital e 7 no interior. Na época os hospitais regionais realizavam exames. Deixamos o HUT pronto e um projeto para iniciar a outra etapa, mas não fizeram. Não era dessa forma que está hoje. Há unidades de pronto atendimento prontas e equipadas, mas não funcionam. Queremos fazer funcionar o que já existe e concluir as obras em andamento”, destacou.
Segurança
Sobre a insegurança que assusta os piauienses e ainda o déficit de 5 mil policiais no estado, Wellington Dias disse que faltou planejamento no governo anterior para resolver a situação.
“Em 2008 o Piauí era o estado com o menor número de homicídios e registrou 117 mortes. No ano passado, Teresina registrou sozinha 286 assassinatos e os dados desse ano já mostram que vai ultrapassar os 300 homicídios. Há uma falta de planejamento. Tem que fazer a opção e separar dinheiro para isso. Se a prioridade é contratar policiais, tem que separar dinheiro para isso. Quem governa não tem dinheiro para tudo, mas tem que ter planejamento. É preciso priorizar verbas para garantir uma política de paz, com escolas de tempo integral para crianças e adolescentes, condições de esporte, cultura e lazer” (G1PI)
Sobre a insegurança que assusta os piauienses e ainda o déficit de 5 mil policiais no estado, Wellington Dias disse que faltou planejamento no governo anterior para resolver a situação.
“Em 2008 o Piauí era o estado com o menor número de homicídios e registrou 117 mortes. No ano passado, Teresina registrou sozinha 286 assassinatos e os dados desse ano já mostram que vai ultrapassar os 300 homicídios. Há uma falta de planejamento. Tem que fazer a opção e separar dinheiro para isso. Se a prioridade é contratar policiais, tem que separar dinheiro para isso. Quem governa não tem dinheiro para tudo, mas tem que ter planejamento. É preciso priorizar verbas para garantir uma política de paz, com escolas de tempo integral para crianças e adolescentes, condições de esporte, cultura e lazer” (G1PI)
Fonte: JL/180graus
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