Estado em situação deplorável e situação financeira se agrave
O secretário
de Governo, Freitas Neto, declarou que o Governo do Estado tem buscado
soluções para se adequar ao limite prudencial de gastos estabelecidos
pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Freitas Neto responsabilizou a
política de desoneração de impostos como o IPI- Imposto sobre Produtos
Industrializados, implementada pelo Governo Federal, pela redução nas
receitas do Estado.
Devido as
desonerações, o Piauí deixou de receber R$ 84 milhões em recursos
oriundos do Fundo de Participação dos Estados (FPE) no período de
janeiro a julho de 2014. Freitas Neto afirma que 45% da receita do Piauí
são oriundas do FPE. “Essa política de desoneração do IPI dos carros,
por exemplo, prejudica a arrecadação. Outro exemplo é o caso da Cide -
Contribuições de Intervenção no Domínio Econômico -, que chega a
repassar R$ 40 milhões para a construção de estradas e dava uma folga
para o Estado”, comentou.
Com a queda
nas receitas, o Governo do Piauí teria menos recursos para gastar com
pessoal. Diante dessa dificuldade, no primeiro semestre de o gasto do
Estado com a folha de pagamento de pessoal chegou a 50,23%, quando o
recomendado pela Lei de Responsabilidade Fiscal é de 46,25%.
MÃO SANTA: "O Piauí está todo acabado"
O
ex-senador Mão Santa (PSC), candidato ao governo do Estado, tem
intensificado a campanha eleitoral no interior do Estado. Durante as
caminhadas nos municípios piauienses, o candidato denuncia que tem
encontrado o Piauí “abandonado e destruído” pelas administrações que
estiveram no poder nos últimos 12 anos.
Mão Santa
pediu ao eleitor piauiense que faça um momento de reflexão e avalie qual
o Piauí que deseja para os próximos quatro anos. “A situação é
lamentável. O Piauí foi destruído nos últimos anos. Está tudo acabado.
Precisamos refletir e escolher o melhor não só para nós, mas para nossos
filhos e netos. O Estado encontra-se um verdadeiro caos”, declarou.
Fonte: JL/SinopseODIA
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