Detento doente continua na cela de 2 m² com outros 14 presos.
Inspetores e presos da Delegacia de Pajuçara, em Maracanaú, estão apreensivos com um surto de catapora. Um preso está com a doença confirmada e outro detento e um inspetor com suspeitas da doença. O preso continua na cela onde também estão outras 14 pessoas em uma cela com pouco mais de dois metros quadrados. A doença é altamente contagiosa e, sem espaço e ventilação na cela, o risco de contaminação no local é grande.
De acordo com inspetores, os primeiros sintomas da catapora apareceram na semana passada. A doença foi confirmada há dois dias por um médico da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
Na terça-feira (13), o preso com o caso confirmado de catapora foi levado para o Hospital Otávio Lobo, em Itaitinga, mas não ficou internado porque a documentação estava irregular. "Vamos mais uma vez ao hospital com ele. É o local mais adequado para ficar um preso nessa condição", afirma Lucas Oliveira, diretor do Sindicato dos Policiais Civis.
Os inspetores da delegacia estão trabalhando com luvas e máscaras, um deles já está de licença médica. "Meus novos instrumentos de trabalho são esses. Eu tive que tomar ontem uma vacina contra a catapora, mas a recomendação era ficar quatro dias sem contato com a doença", diz o inspetor Márcio Freire. A catapora é prevenida com vacina, mas os postos de saúde só oferecem gratuitamente para crianças de 1 a 2 anos de idade.
De acordo com inspetores, os primeiros sintomas da catapora apareceram na semana passada. A doença foi confirmada há dois dias por um médico da equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência.
Na terça-feira (13), o preso com o caso confirmado de catapora foi levado para o Hospital Otávio Lobo, em Itaitinga, mas não ficou internado porque a documentação estava irregular. "Vamos mais uma vez ao hospital com ele. É o local mais adequado para ficar um preso nessa condição", afirma Lucas Oliveira, diretor do Sindicato dos Policiais Civis.
Os inspetores da delegacia estão trabalhando com luvas e máscaras, um deles já está de licença médica. "Meus novos instrumentos de trabalho são esses. Eu tive que tomar ontem uma vacina contra a catapora, mas a recomendação era ficar quatro dias sem contato com a doença", diz o inspetor Márcio Freire. A catapora é prevenida com vacina, mas os postos de saúde só oferecem gratuitamente para crianças de 1 a 2 anos de idade.


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