segunda-feira, 19 de maio de 2014

Guia turístico acusado de matar e comer alemão é preso por 28 anos

Homem teria estuprado mulher da vítima por, segundo ele, vingança de agressão anterior
“Procuro por liberdade e aventuras”, escreveu alemão em seu blog Reprodução/Daily Mail

Um guia turístico da Polinésia Francesa foi condenado a cumprir pena de 28 anos de prisão após ser acusado de matar e comer um turista alemão e, em seguida, estuprar a sua namorada.

O crime ocorreu quando o alemão Ramin, de 40 anos, e sua namorada viajaram em busca de aventuras ao Pacífico Sul, mais especificamente na ilha de Nuku Hiva — a maior do arquipélago, com 2.000 pessoas, mais conhecida pelas histórias de Herman Melville, autor de Moby Dick)

Chamado Arihano Haiti, o guia de 33 anos teria matado, comido e, por fim, ateado fogo no corpo de Ramin após levá-lo para uma caçada. Em seguida, ele voltou ao local onde a namorada do alemão o estava esperando e a estuprou.

Preso pela primeira vez em 2011 depois de 50 dias foragido, Haiti viu negado pelo juiz que analisou o caso a possibilidade de liberdade condicional nos primeiros 18 anos atrás das grades.

Guia diz que cometeu crimes por vingança Reprodução/Daily Mail

Contudo, uma corte da Polinésia Francesa não encontrou provas de que houve canibalismo e, segundo os promotores do caso, Haiti teria matado o alemão com um tiro na cabeça, esquartejado seu corpo e o queimado em seguida.

O casal de alemães tinha contratado Haiti, um guia registrado oficialmente junto às autoridades da ilha, para ajudá-lo a explorar a região da Polinésia em uma viagem de dois anos pela região.

Fanático por viagens, o alemão Ramin mantinha um blog de turismo desde o início da sua viagem, em 2008, e uma de suas últimas postagens trazia a frase: “Eu procuro por liberdade e aventuras”.

Em sua defesa, o guia polinésio afirmou que atirou no alemão, pois este o havia molestado sexualmente. Essa justificativa, por sinal, teria o motivado a estuprar a namorada de Ramin por vingança.

Contudo, os detetives da Alemanha que trabalham junto aos investigadores locais afirmaram que não há evidências de que Ramin tenha tendências homossexuais.

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