Delegadas fazendo apresentação do esquema desbaratado pela Civil
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia - Dercat, com o auxílio de policiais lotados em outras delegacias especializadas, desencadeou na manhã de ontem a "Operação Book Eletrônico", com a finalidade de prender Renato Rosberg Figueiredo de Morais, 28 anos, acusado de manter um esquema de contratação de programas sexuais pela internet.
A prisão aconteceu na residência do acusado,localizada no conjunto Santa Sofia, na zona Norte de Teresina. Levado para a Delegacia Geral de Polícia Civil, ele foi interrogado e confessou parte das acusações feitas contra a sua pessoa. Por este motivo, foi indiciado em inquérito por rufianismo, facilitação da prostituição, crimes contra a honra e outros delitos, afirmando que já estava com aproximadamente quatro anos que mantinha o esquema.
De acordo com informações prestadas pelos policiais que participaram da operação, as investigações em torno da ação do acusado foram iniciadas em outubro do ano passado, quando uma estudante universitária, cujo nome não foi revelado, tomou conhecimento através de um amigo, que teria sido visto a sua fotografia em um "book de prostitutas", fato que a deixou indignada e a levou a denunciar o caso a polícia.
No decorrer das investigações, o acusado Renato Rosberg e as ações no campo da prostituição foram descobertos. Ele, segundo a polícia, oferecia para a prostituição pessoas que não praticavam e quando alguém demonstrava interesse, ele dizia que aquela jovem não estava disponível para aquele dia e oferecia outra com as mesmas características e que já fazia parte do esquema.
Aceita a transação, ele levava a garota ao encontro do interessado, recebia o dinheiro da "corretagem" e entregava a jovem que depois recebia a sua parte. O programa oscilava entre R$ 200,00 e R$ 3 mil, dependendo da estrutura física da jovem.
Os policiais que trabalharam no caso revelaram que os contratantes dos programas eram políticos, empresários, profissionais liberais e pessoas importantes da sociedade e ele (acusado) tinha catalogadas no seu book cerca de 19 garotas, na sua maioria estudantes, todas maiores de idade.
A polícia informou que ele utilizava redes sociais, e-mails e até o whatsapp para divulgar as garotas.
BUSCAS/CARTÕES CORPORATIVO - Durante o cumprimento do mandado de busca em sua residência, os policiais apreenderam vários documentos e aparelhos eletrônicos. A delegada Carla Brizzy, chefe do Serviço de Operações Especiais - SOE, afirmou que foi encontrado o registro do uso de um cartão para o pagamento das despesas em um hotel onde haveria a relação com as garotas de programa. "Ainda não podemos dar maiores detalhes, porque esta será uma investigação à parte. Houve um gasto de aproximadamente R$ 3 mil", disse a delegada.
Ao falar sobre o caso, a delegada Daniela Barros, da Delegacia de Entorpecentes, que deu apoio aos trabalho, informa que a clientela de Renato era formada por pessoas influentes.
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão aos Crimes de Alta Tecnologia - Dercat, com o auxílio de policiais lotados em outras delegacias especializadas, desencadeou na manhã de ontem a "Operação Book Eletrônico", com a finalidade de prender Renato Rosberg Figueiredo de Morais, 28 anos, acusado de manter um esquema de contratação de programas sexuais pela internet.
A prisão aconteceu na residência do acusado,localizada no conjunto Santa Sofia, na zona Norte de Teresina. Levado para a Delegacia Geral de Polícia Civil, ele foi interrogado e confessou parte das acusações feitas contra a sua pessoa. Por este motivo, foi indiciado em inquérito por rufianismo, facilitação da prostituição, crimes contra a honra e outros delitos, afirmando que já estava com aproximadamente quatro anos que mantinha o esquema.
De acordo com informações prestadas pelos policiais que participaram da operação, as investigações em torno da ação do acusado foram iniciadas em outubro do ano passado, quando uma estudante universitária, cujo nome não foi revelado, tomou conhecimento através de um amigo, que teria sido visto a sua fotografia em um "book de prostitutas", fato que a deixou indignada e a levou a denunciar o caso a polícia.
No decorrer das investigações, o acusado Renato Rosberg e as ações no campo da prostituição foram descobertos. Ele, segundo a polícia, oferecia para a prostituição pessoas que não praticavam e quando alguém demonstrava interesse, ele dizia que aquela jovem não estava disponível para aquele dia e oferecia outra com as mesmas características e que já fazia parte do esquema.
Aceita a transação, ele levava a garota ao encontro do interessado, recebia o dinheiro da "corretagem" e entregava a jovem que depois recebia a sua parte. O programa oscilava entre R$ 200,00 e R$ 3 mil, dependendo da estrutura física da jovem.
Os policiais que trabalharam no caso revelaram que os contratantes dos programas eram políticos, empresários, profissionais liberais e pessoas importantes da sociedade e ele (acusado) tinha catalogadas no seu book cerca de 19 garotas, na sua maioria estudantes, todas maiores de idade.
A polícia informou que ele utilizava redes sociais, e-mails e até o whatsapp para divulgar as garotas.
BUSCAS/CARTÕES CORPORATIVO - Durante o cumprimento do mandado de busca em sua residência, os policiais apreenderam vários documentos e aparelhos eletrônicos. A delegada Carla Brizzy, chefe do Serviço de Operações Especiais - SOE, afirmou que foi encontrado o registro do uso de um cartão para o pagamento das despesas em um hotel onde haveria a relação com as garotas de programa. "Ainda não podemos dar maiores detalhes, porque esta será uma investigação à parte. Houve um gasto de aproximadamente R$ 3 mil", disse a delegada.
Ao falar sobre o caso, a delegada Daniela Barros, da Delegacia de Entorpecentes, que deu apoio aos trabalho, informa que a clientela de Renato era formada por pessoas influentes.
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