A portaria nº 003/2014 foi assinada pelo promotor de Justiça Maurício Gomes de Souza na última terça-feira (3) e publicada no Diário de Justiça do Piauí, dia 8 de abril.
Neto SampaioO Ministério Público Federal do Piauí, por meio do Promotor de Justiça Titular da 3ª Promotoria de Justiça de Campo Maior, Maurício Gomes de Souza, instaurou inquérito civil com o intuito de investigar o pagamento de R$ 35.900,00 da prefeitura de Sigefredo Pacheco no serviço de recuperação de estradas vicinais durante a gestão do ex-prefeito Raimundo Martins Sampaio, conhecido popularmente como Neto Sampaio.
O inquérito foi instaurado após denúncias de que a obra não foi realizada e que não houve processo licitatório. Cabe à Prefeitura Municipal de Sigefredo Pacheco comprovar a utilização do recurso por parte do ex-gestor e secretário de finanças municipal. Caso seja comprovada a má utilização dos recursos, o ato será configurado como ato de improbidade administrativa.
A portaria nº 003/2014 foi assinada na última terça-feira (3) e publicada no Diário de Justiça do Piauí, dia 8 de abril.
“É dever de todo gestor público observar na administração da coisa pública os princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade, eficiência e publicidade, dentre outros, conforme art. 37, da CRFB/88.”, afirma o promotor.
Outro lado
O ex-prefeito Neto Sampaio não foi localizado para comentar a investigação.
O inquérito foi instaurado após denúncias de que a obra não foi realizada e que não houve processo licitatório. Cabe à Prefeitura Municipal de Sigefredo Pacheco comprovar a utilização do recurso por parte do ex-gestor e secretário de finanças municipal. Caso seja comprovada a má utilização dos recursos, o ato será configurado como ato de improbidade administrativa.
A portaria nº 003/2014 foi assinada na última terça-feira (3) e publicada no Diário de Justiça do Piauí, dia 8 de abril.
“É dever de todo gestor público observar na administração da coisa pública os princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade, eficiência e publicidade, dentre outros, conforme art. 37, da CRFB/88.”, afirma o promotor.
Outro lado
O ex-prefeito Neto Sampaio não foi localizado para comentar a investigação.
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