quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Governo corta R$ 7 bilhões do PAC e R$ 13,3 bi em emendas coletivas

 
 
Gastos autorizados do PAC caíram de R$ 61,4 bilhões para R$ 54,4 bilhões.
Recursos para emendas caiu de R$ 19,76 bilhões para R$ 6,42 bilhões. G1, em Brasília

O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão informou nesta quinta-feira (20) que os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) também sofreram corte em 2014. A dotação orçamentária autorizada para o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) caiu de R$ 61,4 bilhões para R$ 54,4 bilhões – um corte de R$ 7 bilhões.
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"Investimento é uma prioridade do governo sim. Tem aumentado a cada ano. No caso do PAC, fizemos um ajustamento à realidade do que é exequível fazer. O orçamento autorizado [54,4 bilhões] representa uma alta de 22% frente a 2013 [R$ 44,7 bilhões]. Todo ano o PAC vem aumentando e continuará em 2104. No projeto [do orçamento, aprovado pelo Congresso], estava aumetnando 47% e foi revisto em função do que é possível realizar. Não adianta colocar uma meta mais ambiciosa e não realizar", afirmou o ministro da Fazenda, Guido Mantega.

O governo também informou que todas as emendas coletivas dos parlamentares, no valor de R$ 13,3 bilhões, também foram bloqueadas. Foram mantidas somente as emendas individuais, no valor de R$ 6,42 bilhões. Ao todo, a dotação orçamentária autorizada para as emendas passou de R$ 19,76 bilhões para R$ 6,42 bilhões neste ano – sendo 50% para a área de Saúde.

"A gente não sabe em que ministério é [as emendas individuais autorizadas pelo governo]. Metade é na saúde porque a lei obriga que assim seja. Metade da execução tem de ser na saúde. Só depois que os parlamentares alocarem as emendas é que saberemos", declarou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

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