Até a gerência de um supermercado deslizou na gramática

Moradores e comerciantes do Distrito Federal volta e meia cometem erros grotescos de gramática ou escrevem frases estranhas em anúncios, faixas e cartazes. Muitas vezes, esses deslizes chamam a atenção das pessoas, caem na rede mundial de computadores e viram febre entre os internautas.
A internauta do R7 Camila Carvalho de Sousa, por exemplo, registrou na noite desta segunda-feira (10) um aviso escrito pela gerência de um supermercado do Guará II (DF). No cartaz, é possível ver que os funcionários escorregaram ao escrever as palavras "enventário", "feixaremos" e "à gerência". A crase, neste último caso, é proibitiva por se tratar de uma assinatura.
— Na hora que vi, me deu vontade de chamar o gerente.

a Estrutural (DF), um outro flagra, desta vez da reportagem do R7. Uma mercearia da região que vende frutas e verduras usou os termos "não estacioni na frenti" e "fiado sor para maior de cem ano acompanhado com os avos"

Nesta imagem, outra internauta do R7 flagrou uma grande oportunidade de negócio estampada em uma faixa nas ruas de Águas Claras (DF). A intenção é vender o "agíl" de um apartamento

Também em Águas Claras (DF) outro registro feito pela internauta. Desta vez, uma empresa anunciando a venda de armários planejados para "conzinhas"

Empresas terceirizadas do GDF (Governo do Distrito Federal) também cometem deslizes de vez em quando na Gramática da Língua Portuguesa. Neste caso, a intenção era avisar aos motoristas que uma das vias de Águas Claras (DF) estava em obras e por isso a velocidade deveria ser reduzida.
No entanto, no lugar do sinal indicativo de crase colocaram um acento agudo.

Em uma parada de ônibus de Taguatinga (DF) mais um erro gramatical. A pessoa que escreveu a placa disse que estava aguardando o coletivo passar "a duas horas", quando o correto seria "há duas horas".
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