O Governador do Piauí deve se encontrar amanhã (28) com Wellington Dias a pretexto de que a chamada base deve continuar unida. E “unida” será o PT indicar um candidato a vice na chapa que Wilson pretende formar. Claro que Martins ouvirá do Senador que o caminho que pretende seguir é outro completamente diferente: a disputa pela cabeça, a eleição de governador.
Wilson MartinsWellington sabe exatamente o que vai ouvir e a resposta deve ser parecida: o seu partido também tem candidato a Presidente da República, precisa de um palanque muito bem montado no Piauí para Dilma. O líder petista não fechará a porta, preservará não só a amizade como deixará uma porta aberta para Wilson e seus seguidores num eventual segundo turno da eleição de Presidente.
Senador Wellington DiasDentro do Partido dos Trabalhadores a ordem, pelo menos no primeiro turno, é não radicalizar com Wilson Martins, na esperança de conquistar o seu apoio no caso de haver um segundo turno entre Dilma e Aécio Neves. Isto, porém só acontecerá se não houver um acordo de Eduardo Campos com o PSDB.
O Governador do Piauí demonstra, desde quando Eduardo Campos lhe confiou o PSB, um grau de fidelidade ao partido que não permite que se desconfie de sua fidelidade à agremiação. O próprio Eduardo Campos tem dito isso por onde passa cnfia muito em Wilson.
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