Consultas regulares com o dentista, de seis em seis meses, ajudam no diagnóstico precoce do câncer.
A semelhança dos tumores de boca com outras doenças, como aftas e herpes recorrentes, é um dos fatores que atrasam o diagnóstico precoce do câncer - fundamental para evitar sequelas e até a morte. Como parecem lesões simples, muitos pacientes não percebem a necessidade urgente de procurar ajuda especializada. De acordo com o professor titular aposentado do Departamento de Patologia e Diagnóstico Oral da UFRJ, Abel Cardoso, alterações que persistam por mais de quatro semanas devem ser sempre investigadas.
“Além disso, é fundamental manter consultas de rotina com o dentista. A boca é um espaço complexo e o auto-exame não funciona. Na consulta, peça ao profissional para fazer uma avaliação de toda cavidade oral. Se ele perceber alguma suspeita de câncer, deve encaminhar o paciente ao estomatologista, que é o cirurgião-dentista que se especializa nas doenças da boca”, explica Cardoso.
Caso o diagnóstico seja confirmado, o tratamento envolverá a realização de cirurgia e poderá ser complementado com quimio e radioterapia. Embora não seja tão comum (segundo o Inca, é o 9º com maior incidência no Sudeste), o tumor de boca pode deixar sequelas e tem alto risco de reincidência.
“Esse câncer tem um significado social muito grande, porque é visível e muitas vezes gera consequências que dificultam que o paciente volte ao trabalho, se relacione”, afirma Cardoso.
Os principais fatores associados ao surgimento do câncer de boca são o tabagismo, o alcoolismo e os traumas na região. Estudos mais recentes apontam uma relação com o vírus HPV - que também é responsável pelos tumores de colo do útero. O maior número dos casos acomete homens com mais de 50 anos, embora a incidência em pacientes jovens esteja aumentando, segundo Abel Cardoso.
A semelhança dos tumores de boca com outras doenças, como aftas e herpes recorrentes, é um dos fatores que atrasam o diagnóstico precoce do câncer - fundamental para evitar sequelas e até a morte. Como parecem lesões simples, muitos pacientes não percebem a necessidade urgente de procurar ajuda especializada. De acordo com o professor titular aposentado do Departamento de Patologia e Diagnóstico Oral da UFRJ, Abel Cardoso, alterações que persistam por mais de quatro semanas devem ser sempre investigadas.
“Além disso, é fundamental manter consultas de rotina com o dentista. A boca é um espaço complexo e o auto-exame não funciona. Na consulta, peça ao profissional para fazer uma avaliação de toda cavidade oral. Se ele perceber alguma suspeita de câncer, deve encaminhar o paciente ao estomatologista, que é o cirurgião-dentista que se especializa nas doenças da boca”, explica Cardoso.
Caso o diagnóstico seja confirmado, o tratamento envolverá a realização de cirurgia e poderá ser complementado com quimio e radioterapia. Embora não seja tão comum (segundo o Inca, é o 9º com maior incidência no Sudeste), o tumor de boca pode deixar sequelas e tem alto risco de reincidência.
“Esse câncer tem um significado social muito grande, porque é visível e muitas vezes gera consequências que dificultam que o paciente volte ao trabalho, se relacione”, afirma Cardoso.
Os principais fatores associados ao surgimento do câncer de boca são o tabagismo, o alcoolismo e os traumas na região. Estudos mais recentes apontam uma relação com o vírus HPV - que também é responsável pelos tumores de colo do útero. O maior número dos casos acomete homens com mais de 50 anos, embora a incidência em pacientes jovens esteja aumentando, segundo Abel Cardoso.
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