Irmão do secretário Rodrigo Garcia passou a ser investigado por suspeita de lavagem de dinheiro, do R7
O Ministério Público encontrou R$ 88 mil no cofre portátil do escritório que os auditores fiscais suspeitos de integrarem o esquema de fraude do ISS (Imposto sobre Serviço) da Prefeitura de São Paulo utilizavam para os negócios ilícitos. O imóvel havia sido alugado pelo empresário Marco Aurélio Garcia, irmão do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Rodrigo Garcia (DEM).
De acordo com o promotor Roberto Bodini, o auditor fiscal Ronilson Bezerra Rodrigues acompanhou as buscas ao escritório e negou qualquer vinculação com o dinheiro.
— Nós chamamos então o locatário, o responsável legal pela sala, que era Marco Aurélio Garcia e o fizemos através dos advogados dele. Nós não temos uma posição assinada por ele, mas os advogados negam que ele tenha qualquer responsabilidade sobre o cofre.
O promotor afirmou, também, que recebeu a relação das pessoas que teriam adquirido apartamentos em um empreendimento na rua Bela Cintra. Três unidades de flats estavam no nome de Marco Aurélio Garcia, que repassou os imóveis para os auditores Ronilson Bezerra Rodrigues, Eduardo Horle Barcellos e Fábio Camargo Remesso.
Também foram constatadas transferências de dinheiro de Rodrigues para uma empresa que tem como sócio Garcia. Foram realizadas duas transferências de valores entre R$ 75 e R$ 85 mil. O empresário passou a ser investigado pelo Ministério Público por suspeita de lavagem de dinheiro.
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