As cidades de Júlio Borges e Curimatá, no sul do Estado, estão correndo o risco de ficar sem água para o consumo humano. Isso afetaria mais de 15 mil pessoas nas duas cidades. A denúncia foi feita pelo vereador Clemilson Barbosa, da cidade de Júlio Borges, localizada a 815 quilômetros ao sul de Teresina. De acordo com parlamentar, o nível de água da barragem de Algodões II está muito baixo e deixa a população da região em estado de alerta.
O vereador disse que a situação é mais grave por que além da falta de águas nos reservatórios por causa da seca, existe um desperdício de água da barragem por falta de uma adutora.
"Essa barragem fica entre as cidades de Júlio Borges e Curimatá, sendo de fundamental importância para abastecimento das mesmas, pois não temos outras fontes seguras, com a finalidade de abastecer essas cidades", relatou.
O parlamentar denunciou ainda que a Agespisa, responsável pelo abastecimento das cidades, insiste, segundo ele, em trabalhar com a lei do menor esforço, pois a água levada à cidade de Curimatá pelo leito de um riacho, conforme mostra a foto acima, é um desperdício.
"A barragem não tem mais nem 15% de sua capacidade total de armazenamento e como já estamos sofrendo uma sequência de três anos de seca, e as previsões não são nada animadoras, da forma como essa água está sendo escoada para a cidade vizinha, logo as populações de Júlio Borges e Curimatá vão ficar sem água" comentou. Segundo Clemilson Barbosa, o que vem acontecendo, levando essa água pelo riacho é um desperdício muito grande. "Então, é mais do que urgente a construção de uma adutora para levar essa água à população de Curimatá. É algo inadmissível o que está acontecendo", lamenta o vereador, que pede uma rápida solução para a implantação de uma adutora para que não aconteça tanto desperdício de água como o que vem acontecendo, por meio do escoamento que vem passando pelo leito do riacho até a cidade de Curimatá. Se continuar como estar, sem chover, em pouco tempo a barragem de Algodões II seca por completo e as duas cidade ficam sem água.
O vereador disse que a situação é mais grave por que além da falta de águas nos reservatórios por causa da seca, existe um desperdício de água da barragem por falta de uma adutora.
"Essa barragem fica entre as cidades de Júlio Borges e Curimatá, sendo de fundamental importância para abastecimento das mesmas, pois não temos outras fontes seguras, com a finalidade de abastecer essas cidades", relatou.
O parlamentar denunciou ainda que a Agespisa, responsável pelo abastecimento das cidades, insiste, segundo ele, em trabalhar com a lei do menor esforço, pois a água levada à cidade de Curimatá pelo leito de um riacho, conforme mostra a foto acima, é um desperdício.
"A barragem não tem mais nem 15% de sua capacidade total de armazenamento e como já estamos sofrendo uma sequência de três anos de seca, e as previsões não são nada animadoras, da forma como essa água está sendo escoada para a cidade vizinha, logo as populações de Júlio Borges e Curimatá vão ficar sem água" comentou. Segundo Clemilson Barbosa, o que vem acontecendo, levando essa água pelo riacho é um desperdício muito grande. "Então, é mais do que urgente a construção de uma adutora para levar essa água à população de Curimatá. É algo inadmissível o que está acontecendo", lamenta o vereador, que pede uma rápida solução para a implantação de uma adutora para que não aconteça tanto desperdício de água como o que vem acontecendo, por meio do escoamento que vem passando pelo leito do riacho até a cidade de Curimatá. Se continuar como estar, sem chover, em pouco tempo a barragem de Algodões II seca por completo e as duas cidade ficam sem água.

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