Secretária municipal de Saúde de Água Branca, Margareth Pimentel: erro de digitação teria causado problemas
O relatório da auditoria do Departamento Nacional de Auditorias do Sistema Único da de Saúde (Denasus) no atendimento de saúde e na Clínica Oftalmológica de Água Branca (a 95 quilômetros ao sul de Teresina) aponta que um médico diz ter realizado atendimentos em 15 cidades diferentes em um mesmo dia. Os dirigentes da Clínica Oftalmológica e os gestores municipais do SUS em Água Branca foram condenados a devolver ao Fundo Nacional de Saúde R$ 2.544.095,79.
Sobre esses diversos atendimentos, os dirigentes da clínica justificam afirmando que "os municípios são bem próximos uns dos outros, o que resulta um deslocamento rápido. Em média, a distância de um município para outro era de 50 Km", justificou um dirigente da clínica. Os auditores do Denasus afirmam no relatório que "é humana e geograficamente impossível que um profissional preste atendimento em 15 municípios diferentes em um só dia".
O relatório diz que a distância de um município para outro chega a mais de 380 quilômetros. "Quem conhece o Piauí sabe que mesmo que os profissionais da Clinica Oftalmológica possuíssem a velocidade do The Flash (herói de desenho animado que possui supervelocidade), seriam incapazes de no mesmo dia atender em: Angical, Altos, Elesbão Veloso, Hugo Napoleão, Lagoa do Piauí, Miguel Leão, Monsenhor Gil, Nazária, Passagem Franca, Pau D'Arco, Santa Cruz dos Milagres, São Gonçalo do Piauí, Sigefredo Pacheco e Valença. A distância entre Sigrefedo Pacheco e Valença, por exemplo, é de 385 quilômetros, portanto, bem acima dos 50 quilômetros alegados pelos dirigentes", cita o relatório.
O Denasus diz no relatório de 106 páginas, que o contrato de Assistência à Saúde firmado com a Secretaria Municipal de Saúde de Água Branca e a Clínica Oftalmológica, em 4 de julho de 2011, não tem eficácia e foi realizado com o objetivo de fraudar o SUS. "A Secretaria de Saúde de Água Branca e a Clínica Oftalmológica fizeram uma parceria com um objetivo comum: fraudar o SUS. A parceria era tão sincronizada que apesar de tudo ter sido formalizado à margem da legislação do SUS, a Secretaria Municipal de Saúde pagou integralmente 100% dos procedimentos cobrados, apesar de saber que a Clínica não funcionava em Água Branca e de desconhecer, inclusive, o cronograma de realização dos atendimentos (mutirões) supostamente realizados pela Clínica. Quanto à assistência prestada aos usuários de projeto glaucoma, o relatório deixa claro que nem a clínica e nem a Secretaria de Saúde estavam preocupados em resolver ou minorar os problemas de saúde dos usuários supostamente atendidos", diz o relatório.
Sobre esses diversos atendimentos, os dirigentes da clínica justificam afirmando que "os municípios são bem próximos uns dos outros, o que resulta um deslocamento rápido. Em média, a distância de um município para outro era de 50 Km", justificou um dirigente da clínica. Os auditores do Denasus afirmam no relatório que "é humana e geograficamente impossível que um profissional preste atendimento em 15 municípios diferentes em um só dia".
O relatório diz que a distância de um município para outro chega a mais de 380 quilômetros. "Quem conhece o Piauí sabe que mesmo que os profissionais da Clinica Oftalmológica possuíssem a velocidade do The Flash (herói de desenho animado que possui supervelocidade), seriam incapazes de no mesmo dia atender em: Angical, Altos, Elesbão Veloso, Hugo Napoleão, Lagoa do Piauí, Miguel Leão, Monsenhor Gil, Nazária, Passagem Franca, Pau D'Arco, Santa Cruz dos Milagres, São Gonçalo do Piauí, Sigefredo Pacheco e Valença. A distância entre Sigrefedo Pacheco e Valença, por exemplo, é de 385 quilômetros, portanto, bem acima dos 50 quilômetros alegados pelos dirigentes", cita o relatório.
O Denasus diz no relatório de 106 páginas, que o contrato de Assistência à Saúde firmado com a Secretaria Municipal de Saúde de Água Branca e a Clínica Oftalmológica, em 4 de julho de 2011, não tem eficácia e foi realizado com o objetivo de fraudar o SUS. "A Secretaria de Saúde de Água Branca e a Clínica Oftalmológica fizeram uma parceria com um objetivo comum: fraudar o SUS. A parceria era tão sincronizada que apesar de tudo ter sido formalizado à margem da legislação do SUS, a Secretaria Municipal de Saúde pagou integralmente 100% dos procedimentos cobrados, apesar de saber que a Clínica não funcionava em Água Branca e de desconhecer, inclusive, o cronograma de realização dos atendimentos (mutirões) supostamente realizados pela Clínica. Quanto à assistência prestada aos usuários de projeto glaucoma, o relatório deixa claro que nem a clínica e nem a Secretaria de Saúde estavam preocupados em resolver ou minorar os problemas de saúde dos usuários supostamente atendidos", diz o relatório.

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