quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Wilson Martins deve ficar no governo e apoiar Sílvio Mendes como governador em 2014

No início da semana, surge agora a notícia de que o governador Wilson Martins não vai deixar o cargo e apoiar como seu candidato ao Palácio de Karnak o ex-prefeito Sílvio Mendes

A
s informações políticas em torno da eleição de 2014 para o governo do Piauí tem rendido farto noticiário na imprensa. Uma delas, a de que o governador Wilson Martins (PSB) poderá deixar o cargo em 31 de março do próximo ano para se candidatar à única vaga para o Senado Federal. Com a saída de Wilson Martins, o vice-governador, José Moraes Filho (PMDB), assumiria o comando do Estado e se candidataria à reeleição.
 
Com a reaproximação pessoal e política do governador Wilson Martins com o ex-prefeito de Teresina, Sílvio Mendes (PSDB), outra informação tem circulado dando conta é de que Sílvio seria vice em uma chapa encabeçada por José Filho, com Wilson Martins candidato ao Senado.
 
No início da semana, surge agora a notícia de que o governador Wilson Martins não vai mais deixar o cargo e deve apoiar como seu candidato ao Palácio de Karnak o ex-prefeito Sílvio Mendes, formando uma aliança no Piauí que teria as benções de Eduardo Campos e Aécio Neves, prováveis candidatos à presidência da República e adversários de Dilma Rousseff.
 
E a hipótese de Wilson Martins ficar na cadeira e apoiar Sílvio Mendes se fortaleceu nas últimas horas. Primeiro, as declarações proferidas pelo deputado estadual Ismar Marques, líder do governo na Assembléia Legislativa, concedidas a uma emissora de TV em Teresina, de que o parlamentar nunca sentiu "(...) o governador animado a antecipar a saída do Palácio de Karnak. Mas, isso já aconteceu antes. Até à véspera, o próprio Wellington Dias tinha dito que não saía e depois resolveu sair e se candidatar ao Senado". Segundo, de que o PSDB no Piauí já autorizou todos os seus advogados a pedir desistência e se desligarem dos processos de cassação do mandato do governador Wilson Martins junto à Justiça Eleitoral, dando sinais de que PSB e PSDB marcharão juntos para a eleição de 2014.
Fonte: JL/Redação

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