G1 voltou ao metrô de Teresina e o que viu foi muita gente reclamando.
Usuários do Metrô de Teresina continuam a se arriscar nos trens que circulam com as portas abertas. Em fevereiro desde ano o G1 já havia mostrado o problema no transporte público. Após noves meses, a equipe de reportagem voltou ao local para conferir a situação. Trabalhadores e estudantes reclamam do serviço precário. De acordo com os passageiros, os vagões estão sempre sujos, não tem ar condicionado, há poucas estações e falta segurança.
Durante a viagem o G1 pôde constatar o desconforto dos passageiros e a temperatura elevada dentro dos vagões. Não há entrada para ventilação e o ar condicionado não funciona. Os usuários também denunciaram que as portas ficam abertas durante a viagem, fato flagrado pela reportagem.
Técnica em prótese dentária Antônia AlencarSegundo a técnica em prótese dentária Antônia Alencar, o valor da passagem passou de R$ 0,50 para R$ 0,80 e nada mudou. “Isso aqui é um absurdo, teve aumento de passagem e mesmo assim continuamos no calor, com vagões sujos e o principal, sem segurança nenhuma, pois as portas sempre ficam abertas”, relatou.
Para a estudante Miliana Ferreira de Goes, a precariedade da locomotiva, com falhas na manutenção, incluindo nos trilhos por onde passam, causa desconforto nos passageiros, maioria residente na Região Sudeste da capital.
“São estações sujas e sem iluminação. O metrô está sem condições de funcionar. Não tem mais ar condicionado, é quente, e por isso, sempre viaja com as portas abertas, o que é um perigo. Já aconteceram muitos acidentes com pessoas que caem do transporte”, contou a estudante.
Para a estudante Miliana Ferreira de Goes, a precariedade da locomotiva, com falhas na manutenção, incluindo nos trilhos por onde passam, causa desconforto nos passageiros, maioria residente na Região Sudeste da capital.
“São estações sujas e sem iluminação. O metrô está sem condições de funcionar. Não tem mais ar condicionado, é quente, e por isso, sempre viaja com as portas abertas, o que é um perigo. Já aconteceram muitos acidentes com pessoas que caem do transporte”, contou a estudante.

A viagem do terminal do Dirceu até o terminal Alberto Tavares e Silva no Centro de Teresina levou quase uma hora. A estação do centro não tem acessibilidade, já que o elevador e a escada rolante não funcionam. A única forma é percorrer os 40 degraus da escada.
Na época da primeira reportagem do G1, no dia 24 de fevereiro desse ano, o superintendente da Companhia Metropolitana de Transportes(CMTP), Antonio Sobral, afirmou que em 2013 seria implementado um projeto de reestruturação da linha. A CMTP falou na compra de cinco novos trens e na duplicação de uma linha, o que diminuiria o tempo de espera para 15 minutos. Sobral disse ainda que a segurança seria reforçada com grades nos terminais e que a sinalização na região do Dirceu deveria ser melhorada.Segundo os usuários nada disso ainda foi feito e a população cobra melhorias. “Queremos um transporte público de qualidade, pois desse jeito aqui chegamos no trabalho mais estressados”, afirmou.
Trilhos por onde passam as locomotivas estão cheios
de entulho.O metrô de Teresina foi inaugurado em 1991 e tem 12 quilômetros de extensão. “Na época em que inaugurou tínhamos muito conforto ao andar de metrô, mas hoje utilizamos o serviço com medo de cair nos trilhos, já que a porta fica sempre aberta”, disse Francisco das Chagas Teixeira Junior.
A equipe do G1 voltou a procurar a Companhia Metropolitana de Transportes(CMTP), mas até a publicação da reportagem ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.
de entulho.O metrô de Teresina foi inaugurado em 1991 e tem 12 quilômetros de extensão. “Na época em que inaugurou tínhamos muito conforto ao andar de metrô, mas hoje utilizamos o serviço com medo de cair nos trilhos, já que a porta fica sempre aberta”, disse Francisco das Chagas Teixeira Junior.
A equipe do G1 voltou a procurar a Companhia Metropolitana de Transportes(CMTP), mas até a publicação da reportagem ninguém foi encontrado para falar sobre o assunto.
G1
Nenhum comentário:
Postar um comentário