Há 12 anos no país e já naturalizado, Jiménez admitiu que não é contra o programa Mais Médicos, pois o país realmente precisa de mais profissionais. Ele ainda revelou que os cubanos já estavam preparados há mais de um ano para vir ao Brasil
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DEM
convidou o médico cubano Carlos Rafael Jorge Jiménez, que fugiu da ilha
e, há três anos, trabalha como médico da família no Ceará, também para
falar na comissão que está discutindo o Programa Mais Médicos nesta
quarta-feira (4). Jorge frisou que Cuba é a última ditadura na América e
afirmou que apoiar esse tipo de governo é sujar as mãos de sangue.
"Chega de
apoiar o governo dos Castro (Fidel e Raúl Castro). Quem apoia, suja suas
mãos de sangue. Lembrem que os médicos não vêm só por solidariedade,
mas para também ajudar suas famílias", declarou.
"O ministro
[Alexandre Padilha] falou da democracia em Cuba. Não há democracia, mas
uma ditadura. Em segundo lugar, os médicos cubanos não vêm fazer
pós-graduação, são especialistas, ótimos médicos meus colegas cubanos",
comentou Jiménez.
Há 12 anos no
país e já naturalizado, Jiménez admitiu que não é contra o programa
Mais Médicos, pois o país realmente precisa de mais profissionais. Ele
ainda revelou que os cubanos já estavam preparados há mais de um ano
para vir ao Brasil.
"Cubanos não
precisam ter vínculo empregatício aqui pois têm lá, onde trabalham de 60
a 70 horas, e ganham entre 60 e 70 reais. É uma vergonha", declarou.
Ele acrescentou que quando os médicos vêm para cá, ficam felizes, pois
ganharão entre 200 e 300 dólares.
"O resto o patrão, o explorador, o governo cubano, os irmãos Castro, a ditadura cubana fica com ele. O governo Dilma está apoiando isso. Por que eles não vêm como os outros? Porque não podem, porque há um convênio", afirmou emocionado.
"O resto o patrão, o explorador, o governo cubano, os irmãos Castro, a ditadura cubana fica com ele. O governo Dilma está apoiando isso. Por que eles não vêm como os outros? Porque não podem, porque há um convênio", afirmou emocionado.
Fonte: JL/Uol
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