terça-feira, 3 de setembro de 2013

Mais de 90% dos médicos cubanos trabalharão no Norte e Nordeste

As informações foram divulgadas na manhã desta terça-feira (3) pelo Ministério da Saúde, em Brasília
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nscritos no programa Mais Médicos do governo federal, os 400 médicos cubanos serão distribuídos em sua maioria (364) em 209 municípios do Norte e do Nordeste e em 13 distritos indígenas. Do total, 36 deles serão enviados para trabalhar em 30 cidades das regiões Sudeste e seis na região Sul. 

O governo brasileiro espera ainda a chegada de mais 3.600 profissionais cubanos, segundo acordo selado via Opas (Organização Pan-Americana da Saúde, braço da Organização Mundial da Saúde para as Américas).  
Na segunda etapa do programa, foram inscritos 3.016 profissionais, dos quais 1.414 com diplomas em instituições brasileiras e 1.602 com diplomas no exterior. Deste total, no entanto, apenas 951 médicos confirmaram a inscrição, sendo 541 com diploma brasileiro e 410 com formação no exterior.
As informações foram divulgadas na manhã desta terça-feira (3) pelo Ministério da Saúde, em Brasília.
A região Nordeste receberá ao todo 201 médicos, destes a maioria (45) trabalhará no Estado da Bahia, seguido de Pernambuco (34), Maranhão (29), Ceará (28), Alagoas (20), Piauí (19), Sergipe (10), Paraíba (9) e Rio Grande do Norte (7).
No Norte, a maioria vai trabalhar no Pará (56), seguida do Amazonas (42), Tocantins (15), seis no Amapá, e um em Roraima, em um total de 123 médicos.
Em menor número, apenas 30 médicos cubanos virão à região Sudeste (27 em Minas Gerais e três para o Estado de São Paulo) e seis para a região Sul.
Quanto às cidades contempladas pelo programa, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou Melgaço (PA), a com pior IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do país, que receberá dois médicos cubanos. A cidade estava entre as 701 localidades que não foram escolhidas por nenhum médico inscrito na primeira fase do programa.
"Melgaço, com o pior IDHM, passa a ter médicos na saúde básica a partir deste programa Mais médicos. A extrema pobreza foi critério para levar os médicos para lá", afirmou o ministro.

Fonte: JL/Uol

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