O Samu chegou a receber duas solicitações para o resgate. Em ambas, afirma, relataram que uma pessoa havia desmaiado, mas não esperaram para passar maiores informações. O serviço diz que tentou contatar as duas pessoas para poder enviar o socorro, mas não conseguiu contato.
Falhas no primeiro exame
O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Dirceu Barbano, decidiu anular o concurso público realizado no dia 2 de junho para preencher 314 vagas após problemas operacionais em provas aplicadas na Bahia, no Distrito Federal, em Alagoas e no Rio de Janeiro. Com a decisão, todos os candidatos, mesmo aqueles dos estados onde não houve falhas, tiveram que refazer a prova neste fim de semana.
Na primeira tentativa de aplicar a prova, candidatos de Brasília reclamaram de atraso na entrega dos cadernos com as questões e de provas violadas. Os transtornos aconteceram em pelo menos dois locais.
No Rio de Janeiro, candidatos reclamaram que não foram informados da mudança de local da aplicação da prova. Prevista para o Cefet da unidade Maracanã, o local foi transferido para a Escola Vicente Januzzi, na Barra da Tijuca.
Em Maceió (AL), dezenas de candidatos prestaram queixa na Polícia Civil para denunciar que as folhas de resposta das provas estavam com um número de questões menor. Já na capital baiana, candidatos reclamaram ter recebido a prova que havia sido aplicada em outro turno.

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