Presidência da República recebe informes das áreas de segurança; previstas hostilidades entre grupos como o dos Anonymous e o dos Black Blocs contra militantes do PT que saírem às ruas

As
manifestações previstas para acontecer no dia Sete de Setembro podem se
tornar um grande confronto entre grupos que têm organizado protestos nas
redes sociais, como o do Anonymous e do Black Blocs, e militantes do
PT. Foi o que detectou a área de segurança da presidência da República,
por meio de monitoramento em redes como Facebook e Twitter, onde
conseguiu perceber ameaças de radicalização por esses manifestantes.
Dois momentos
do dia serão cruciais, de acordo com o estudo elaborado pelo governo
federal: pela manhã, durante o desfile militar da Esplanada dos
Ministérios, com a presença da presidente Dilma Rousseff, e durante o
jogo entre Brasil e Austrália, também em Brasília, no Estádio Mané
Garrincha, às 16h15. Conforme divulgou a Folha de S.Paulo nesta
segunda-feira, o Planalto já mandou reforçar a segurança no desfile,
antecipando atos de vandalismo.
O grupo Black
Blocs, conhecido por destruir estabelecimentos que simbolizem o
capitalismo, como agências bancárias, tem organizado para o feriado da
Independência protestos em todo o País nas redes sociais. Já o
Anonymous, famosos por utilizarem a máscara do personagem "V",
popularizado pelo filme V de Vingança, convoca para o que chama de "o
maior protesto da história do Brasil" – assista vídeo com a divulgação
da pauta de reivindicações.
PT convoca militância
Como
resposta, os militantes do PT também devem sair às ruas. No vídeo
abaixo, o dirigente petista Valter Pomar convoca uma manifestação no
mesmo dia a fim de dar uma resposta aos protestos do Anonymous, por
exemplo, que pedirão a prisão imediata dos réus condenados na Ação Penal
470, do STF. Pomar chama os organizadores dos atos de "grupo de
torturadores aposentados, vivandeiras, viúvas da ditadura militar,
direitistas em geral, cavernícolas em particular" e pede aos petistas
para que deem uma resposta "muito forte e clara" a "essa gente".
Fonte: JL/247
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