Fonte: Tropical Noticias
Raimundo Martins
Se acaba lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra
graça em si mesmo... Morre lentamente quem se torna escravo do habito,
repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca, não arrisca
vestir uma nova cor, quem não conversa com quem não conhece...
Se acaba lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com seu trabalho ou amor,
quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não
permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos, para ser feliz no amor, é preciso perder o
medo de arriscar, não deixe seu coração guardado, para se abrir para um
relacionamento, você precisa ser ousada, livrar-se de incertezas e medos.
Por
que será que a gente não se apaixona de vez pela ideia de jogar todas as
fichas, mesmo sob o risco de perdê-las? É que, às vezes, nossas atitudes
camuflam incertezas e medos - mas dá para se livrar de cada um deles.
Por
incrível que possa parecer, muita gente tem medo da felicidade, para estas
pessoas, correr o risco de estar de bem com a vida significa mudar uma série de
hábitos – e perder sua própria identidade, por isso, muitas vezes nos julgamos
indignos das coisas boas que acontecem conosco. além disso, temos medo de nos
acostumar com a felicidade.

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