O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gôuvea Vieira, acredita que as manifestações nas ruas vieram para ficar e mostrar que ninguém pode fazer o que quiser com seu mandato

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a quinta-feira, o presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gouvêa Vieira, foi a Brasília entregar ao ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, sugestões para redução do preço do gás. Assim que voltou, deu entrevista ao Brasil Econômico. Reafirmou a preocupação com o Custo Brasil e considerou a alta dos juros um mal necessário para o combate à inflação.
Seu foco, porém, está voltado para as manifestações de rua. Para o empresário, os protestos são uma prova do amadurecimento da democracia. Ele dá um recado aos políticos: “Não podem ficar de salto alto e pensar que são donos do mandato e que podem fazer o que quiserem”.
O presidente da Firjan, Eduardo Eugênio Gôuvea Vieira, acredita que as manifestações nas ruas vieram para ficar e mostrar que ninguém pode fazer o que quiser com seu mandato.
Em entrevista ao Brasil Econômico, ele dá razão aos jovens que protestaram na porta do Copacabana Palace na festa de um empresário de ônibus, classifica a alta dos juros como remédio amargo, porém inevitável, e compara Eike Batista a Santos Dumont.
Fonte: JL/Brasil Econômico
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