Levantamento aponta que capital atingiu apenas 65% da cobertura vacinal.
Luiz Lobão diz que baixo índice de imunização é um dado alarmante.

A campanha de vacinação contra a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, em Teresina
ficou bem abaixo da meta estipulada pelo Ministério da Saúde, 95% que
corresponde a 57.140 crianças teresinenses, mas apenas 65% das crianças
que deveriam ser vacinadas comparecerão aos postos de vacinação. Segundo
o presidente da Fundação Municipal de Saúde (FMS), Luiz Lobão, 36.371
crianças foram vacinadas até o dia 22 de junho e as 20 mil que ainda
faltam preocupam a fundação.
“Na campanha contra a gripe nós conseguimos atingir a meta de 90% da cobertura vacinal e nessa campanha houve uma queda muito grande. Vinte mil crianças não vacinadas é um número alarmante. Esperamos que a prorrogação mude esse quadro preocupante”, disse.
A campanha da poliomielite na cidade foi prorrogada até o dia 28. De acordo com o presidente da FMS, as doses da vacina estarão disponíveis em 90 postos espalhados na zona urbana e rural da cidade.
Luiz Lobão aponta a redução do número de campanhas contra a poliomielite de duas para uma, em 2013, como um dos fatores para o baixo índice de vacinação das crianças teresinenses. “Nos anos anteriores o Ministério da Saúde promovia duas campanhas, uma em junho e outra em agosto e os pais estão achando que terão outra oportunidade. Mas em 2013 essa campanha será a única. Os pais precisam se conscientizar e vacinar seus filhos. Eles estão acomodados e devem ser chamados para que se atentem e lembrar que são responsáveis por esses menores”, relatou.
A ausência da circulação da doença no país há mais de duas décadas também é apontada como um dos influenciadores na ‘acomodação’ dos pais. “Os responsáveis se sentem seguros porque não há a presença da doença no Brasil há mais de 20 anos, mas isso não pode acontecer. Essa doença traz lesões irreversíveis e a única forma de se evitar esses males é a vacina”, declarou.
Precisam ser imunizadas crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos contra a poliomielite. Nos postos, apenas a caderneta de vacinação é pedida como pré-requisito.
FONTE:G1 PI
“Na campanha contra a gripe nós conseguimos atingir a meta de 90% da cobertura vacinal e nessa campanha houve uma queda muito grande. Vinte mil crianças não vacinadas é um número alarmante. Esperamos que a prorrogação mude esse quadro preocupante”, disse.
A campanha da poliomielite na cidade foi prorrogada até o dia 28. De acordo com o presidente da FMS, as doses da vacina estarão disponíveis em 90 postos espalhados na zona urbana e rural da cidade.
Luiz Lobão aponta a redução do número de campanhas contra a poliomielite de duas para uma, em 2013, como um dos fatores para o baixo índice de vacinação das crianças teresinenses. “Nos anos anteriores o Ministério da Saúde promovia duas campanhas, uma em junho e outra em agosto e os pais estão achando que terão outra oportunidade. Mas em 2013 essa campanha será a única. Os pais precisam se conscientizar e vacinar seus filhos. Eles estão acomodados e devem ser chamados para que se atentem e lembrar que são responsáveis por esses menores”, relatou.
A ausência da circulação da doença no país há mais de duas décadas também é apontada como um dos influenciadores na ‘acomodação’ dos pais. “Os responsáveis se sentem seguros porque não há a presença da doença no Brasil há mais de 20 anos, mas isso não pode acontecer. Essa doença traz lesões irreversíveis e a única forma de se evitar esses males é a vacina”, declarou.
Precisam ser imunizadas crianças maiores de seis meses e menores de cinco anos contra a poliomielite. Nos postos, apenas a caderneta de vacinação é pedida como pré-requisito.
FONTE:G1 PI
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