Os servidores públicos
municipais, principalmente professores, invadiram, na manhã desta
segunda feira (29) o gabinete do secretário municipal de administração
Sérgio Gonçalves.
A professora Lourdes Melo, do movimento dos servidores públicos municipais, disse que a ocupação do gabinete é por tempo indeterminado, em protesto contra o corte do contracheque dos servidores públicos municipais durante o dias em que participaram da greve da categoria.
“Todos ficaram revoltados com o desconto dos seus salários”, disse Lourdes Melo.
Os professores que ocuparam o gabinete do secretário Sérgio Gonçalves afirmaram que tiveram o contracheques zerados ou com pouco valor – insuficientes para a sobrevivência no próximo mês. A professora Rejane Maria Lopes Soares, da escola municipal Humberto Reis, no residencial Frei Damião (zona sudeste de Teresina), afirmou que ganha, por mês, como docente de polivalência, R$ 2,8 mil, e teve descontado de seu contracheque referente ao mês de abril de R$ 2.387 mil, restando apenas R$ 45,11. “Só que a prefeitura não depositou nada, e meu contracheque ficou zerado”, declarou Rejane Maria.

A professora Juliana Belo, do CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Juca Castelo Branco, no bairro Marquês, mostrou seu contracheque com desconto de R$ 2.574 mil. Ela ganha, por mês, R$ 2.758 mil.

“No meu contracheque restaram apenas R$ 105. Eles descontaram 28 dias de greve, e eu só participei de 12 dias. Para sobreviver vou ter que apelar para a minha família, ou empréstimo no Banco do Brasil”, disse Juliana. Uma comissão do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserm) tentou falar com o secretário. A polícia mandou os representantes entrarem e trancou a porta, enquanto o secretário saiu por outra porta. Com isso, parte da diretoria do sindicato ficou trancada.
Fonte:Portal Meionorte
A professora Lourdes Melo, do movimento dos servidores públicos municipais, disse que a ocupação do gabinete é por tempo indeterminado, em protesto contra o corte do contracheque dos servidores públicos municipais durante o dias em que participaram da greve da categoria.
“Todos ficaram revoltados com o desconto dos seus salários”, disse Lourdes Melo.
Os professores que ocuparam o gabinete do secretário Sérgio Gonçalves afirmaram que tiveram o contracheques zerados ou com pouco valor – insuficientes para a sobrevivência no próximo mês. A professora Rejane Maria Lopes Soares, da escola municipal Humberto Reis, no residencial Frei Damião (zona sudeste de Teresina), afirmou que ganha, por mês, como docente de polivalência, R$ 2,8 mil, e teve descontado de seu contracheque referente ao mês de abril de R$ 2.387 mil, restando apenas R$ 45,11. “Só que a prefeitura não depositou nada, e meu contracheque ficou zerado”, declarou Rejane Maria.

A professora Juliana Belo, do CMEI (Centro Municipal de Educação Infantil) Juca Castelo Branco, no bairro Marquês, mostrou seu contracheque com desconto de R$ 2.574 mil. Ela ganha, por mês, R$ 2.758 mil.

“No meu contracheque restaram apenas R$ 105. Eles descontaram 28 dias de greve, e eu só participei de 12 dias. Para sobreviver vou ter que apelar para a minha família, ou empréstimo no Banco do Brasil”, disse Juliana. Uma comissão do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais (Sindserm) tentou falar com o secretário. A polícia mandou os representantes entrarem e trancou a porta, enquanto o secretário saiu por outra porta. Com isso, parte da diretoria do sindicato ficou trancada.
Fonte:Portal Meionorte
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