segunda-feira, 18 de março de 2013

Presos afirmam que prefeito sabia do plano para matar Emídio Reis




                   

O secretário estadual de Segurança Pública, Robert Rios Magalhães, disse que em depoimentos para a Greco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) alguns presos na Operação Mandacaru declararam que o prefeito de São Julião, José Necy (PT), sabia do plano para matar o ex-vereador e candidato derrotado à Prefeitura do Município, Emídio Reis.
Robert Rios Magalhães, porém, ressalta que a Polícia Civil não credita a informação como verdadeira, mas vai verificar a veracidade se realmente o prefeito José Necy teria conhecimento da trama para matar Emídio Reis.
“A equipe que está trabalhando no caso está ultimando diligências, falta prender um dos executores e falta trazer aos autos alguns elementos que surgiram recentemente, surgidas através de interrogatórios. Só agora dos presos estão sendo interrogados, até sexta-feira ninguém tinha sido ouvido. Teve uma reunião que selou a morte do ex-vereador. O ex-vereador ia denunciar o prefeito e o vice-prefeito por crime eleitoral. O mandato ia ser dividido, dois anos seriam do prefeito e dois anos seriam do vice-prefeito. Desde a eleição passada, o vice-prefeito ocupou dois anos de mandato e o ex-prefeito veio a ocupar dois anos de mandato. Estamos acompanhando as investigações. Tem uma prisão decretado de um pistoleiro que ainda não foi preso e nós temos mais gente que vai aparecendo nas investigações. Os presos estão sendo ouvidos agora e quando os interrogatórios começam sempre são citados nomes de outras pessoas. Quando o nome de alguém é citado, a gente vai verificar a veracidade para ver se realmente é verdade”, falou Robert Rios Magalhães.
Robert Rios Magalhães afirmou que o assassinato de Emídio Reis foi contratado pelo vice-prefeito de São Julião, José Francimar Pereira (PP) por R$ 25 mil, sendo pago com cheques em nome de terceiros por R$ 25 mil, sendo dois cheques de R$ 10 mil cada e um de R$ 5 mil, mas o pistoleiro não aceitou os cheques.
Segundo ele, o assessor de Francimar Pereira foi até o banco e sacou os três cheques somando R$ 25 mil.
“Francimar é agiota e tinha cheques de terceiros, mas o pistoleiro não aceitou. O assessor do vice-prefeito foi ao banco, trocou, sacou o dinheiro e pagou o dinheiro”, falou Robert Rios Magalhães.
O secretário estadual de Segurança Pública declarou a Polícia Civil conseguiu provas de que José Francimar Pereira é o mandante do assassinato de Emídio Reis são muitas, assim como a participação dos pistoleiros. ”Nós temos uma infinidade de provas, as provas são muitas”, declarou Robert Rios.
Fonte: Meionorte 

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