
“IML não precisa
de médico, lá não tem doente, tem é morto”. A afirmação foi dada pelo
secretario de segurança do Piauí, Robert Rios depois da recomendação
feita pela promotora Leida Diniz de que o diretor do IML, Anfrísio
Antônio Nogueira Paes Castelo Branco, seja destituído do cargo.
O secretário explica que o órgão não há uma estrutura organizacional definida e pede paciência à promotora.
“Os
próprios médicos e peritos estão elaborando uma estrutura legal para o
IML. Precisamos de um coordenador técnico, coisa que não temos hoje no
instituto. Precisamos de vários diretores e para isso está sendo
elaborando um documento, até lá a promotora vai precisar ter um
pouquinho de paciência”, disse ao vivo em entrevista do Jornal do Piauí.
Robert
destaca ainda a dificuldade de se conseguir um médico que trabalhe no
IML para receber o salário hoje pago no órgão. “Nenhum médico aceitaria
trabalhar os dois turnos para ganhar apenas R$ 600”.
O secretário
finaliza lembrando que uma minuta de lei será enviada ao governador
Wilson Martins para regularizar a situação dos cargos no IML. “Estamos
tratando disso com tranquilidade”, disse.
A alegação se baseia,
principalmente, no fato de o Sr. Anfrísio Castelo Branco, Delegado de
Polícia Civil, não ter formação em Medicina ou Odontologia, não
pertencer aos quadros do Departamento de Polícia Técnico-Científica e
não ter adquirido estabilidade no serviço público – requisitos
estabelecidos pelo Estatuto da Polícia Civil do Estado do Piauí para o
exercício de cargo de direção do IML.
Fonte: 180graus
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