O arcebispo de Teresina Dom Jacinto Brito, concedeu ontem entrevista coletiva, quando falou sobre a eleição do novo papa escolhido ontem pelo conclave no Vaticano. O cardeal argentino, Jorge Mario Borgoglio, foi eleito o novo papa e escolheu o nome de Francisco I. Ele disse que a eleição foi um ato de fé da Igreja e que não cedeu a pressões na escolha.
Dom Jacinto Brito afirmou que a toda Igreja orou
fervorosamente desde a renúncia do papa emérito Bento XVI. "Oramos para
que Deus nos desse o sucessor de Pedro, que fosse capaz de guiar agora a
Igreja de acordo com sua vontade". Segundo Dom Jacinto, toda Igreja e
os fiéis recebem o novo pastor Universal da Igreja Católica de
coração aberto. "É na fé que recebemos o papa Francisco, agora o pastor
universal da Igreja". A multidão na praça de São Pedro é de alegria
generalizada e surpresa, mostrando quanto a Igreja olha o seu pastor
universal como alguém que tem um significado único para a igreja
Ele
afirmou que o fato de Francisco ter sido eleito o primeiro papa da
América do Sul representa a importância que a Igreja dá para América
Latina, "onde estão quase 50% dos católicos do mundo.A Igreja olha com
muita esperança e fé para este continente".
Dom Jacinto Brito
ressaltou que a eleição de Francisco I foi uma decisão da Igreja e não
se importou com as pressões externas. Dom Jacinto as classificou de
"Conclave Virtual". O Arcebispo de Teresina completou que as previsões
da mídia e dos "vaticanistas", que apontavam um papa Europeu,
Norte-Americano ou Asiático, foram por terra com eleição do cardeal
argentino.
Ele disse que a eleição deixou claro que o
importante na escolha do novo pontífice representa para a Igreja. "Não
importa raça ou nacionalidade. A Igreja mostrou que não existe pressão
da mídia e da sociedade na escolha do papa".
Dom Jacinto
afirmou que os últimos papas têm naciolidades que fogem a tradição da
Igreja. Papa João Paulo II - Polônia, Bento XVI - Alemanha, e agora
Francisco I, Argentina. Na coletiva, o arcebispo de Teresina apontou
algumas questões como os grandes desafios de Francisco no seu
pontificado: o abalo da fé, o ateísmo, a oposição entre sagrado e
científico, fé e ciência.
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